Tv Re’Torcida – Setenta e duas horas com o Galo

Foram setenta e duas horas indo de um lado para o outro em Belo Horizonte e Sete Lagoas. Tudo para não perder um segundo sequer da festa da Massa no aniversário de 104 anos do Atlético.

Desde a estrada para a Arena do Jacaré, o encontro na madrugada e na manhã de domingo, a homenagem na Assembleia Legislativa, tudo registrado para o Atleticano. Frio, chuva, sol, nada impediu os apaixonados de festejarem o aniversário do Clube Atlético Mineiro.

Infelizmente tivemos problemas técnicos e mesmo passando a terça-feira editando, foram surgindo cada vez mais erros nos programas de edição que usamos, nos formatos dos vídeos e no próprio computador. Como problema nenhum é páreo para nós, atleticanos, fizemos o possível para enviar o Tv Re’Torcida sem abertura, créditos, entre outras falhas que não foram possível corrigir.

Peço desculpas, mas não poderíamos deixar de publicar essas belas imagens que a torcida proporcionou. Assista e deixe seu comentário!

Créditos:

Produção: Fael Lima e Lucas Cardoso

Imagens: Rafael Bruno, Fael Lima, Lucas Cardoso, José Alexandre

Edição: Lucas Cardoso

Trilha:

Mc Teco – Ela ou o Galo

Hino do Atlético (saxofone e guitarra)

Beth Carvalho – Vou Festejar

Tianastácia – Galo na cabeça

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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Cam1sa D3las – Jéssica Mayrink

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Nome, idade e, se tiver, o apelido.
Jéssica Mayrink Fonseca – 19 anos – Jeh

Está casada, divorciada ou disposta a achar um atleticano aqui no Cam1sa Do2e?
Jéssica: Por enquanto, estou solteira.

Comemora Nação!

Atleticana prefere namorar atleticano ou acaba se arriscando do outro lado da lagoa, onde não gostam muito da fruta?
Jéssica: Olha acabei arriscando duas vezes e fui pro outro lado da lagoa, mas não deu certo não. Acho que o melhor é namorar atleticano mesmo, que possa ir aos jogos comigo, assistir os clássicos sem ter discussões e me apoiar.

E jogador? Você namoraria algum do atual time?
Jéssica: Do elenco atual não namoraria nenhum jogador.

Como surgiu essa paixão pelo Galo?
Jéssica: Tenho uma família louca pelo Galo! Meu pai, meus tios, todos acompanham o Atlético e fizeram surgir em mim essa paixão. Desde pequena gosto muito de futebol, e aprendi a ver e ouvir os jogos, acompanhar, sofrer, gritar e torcer muito pelo Galo.

Gostaria de participar de concursos, como eleições de musas, para representar o Atlético?
Jéssica: Gostaria sim. Sonho um dia poder representar o Atlético e a minha paixão pelo clube.

Como tem sido esse período de jogos fora de Bh, para você?
Jéssica: Sempre que possível vou aos jogos, mas sendo fora de Bh dificulta um pouco. Com a volta do Independência estarei mais presente.

Como você avalia os produtos que o Atlético oferece às atleticanas?
Jéssica: Eu adoro os produtos. Sempre que posso, eu compro, tenho camisas, almofada, canecas …

Quem tem te passado mais confiança nesse time do Atlético?
Jéssica: O grande destaque do Galo pra mim no momento é o Neto Berola. Está tendo um bom desempenho em campo, conseguindo ajudar o Galo. E seria ótimo se ele conseguisse entrar como titular.

Deixe um recado pra Massa
Jéssica: Galo nos gritos, nas palmas, no sofrimento, na euforia, na ansiedade. Galo SEMPRE ! E como é dito na música: “Atlético, gostamos muito de você … Alegria de viver, quando te vemos vencer …”

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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Sobre Mantos e Batalhas

De quantas alegrias se veste uma camisa,

de quantas armas se traveste uma dor?

Façamo-nos atletas sem chutar pra longe a razão e sem entrar de sola contra a arte e a paixão.

Uma escolha não pode escalar a crueldade nem a covardia pode desfilar sua cor. As cores de um manto não podem manchar o escudo da esportividade porque o infortúnio não escolhe camisa.

Em campo deve-se driblar a tristeza, tabelar com o respeito e vencer pela boa vontade aqueles que jogam pra escanteio o bom-senso, a dignidade e o caráter.

Não respeitar diferenças é torcer pra insanidade e fuzilar as próprias redes com a marca da ignorância.

Faz gol-contra quem vai ao ataque sem entender as regras e não reconhece os limites do jogo. Digno de cartão vermelho que não por acaso tem cor de sangue. Sangue que é sinônimo de vida, mas que se derramado denota a selvagem fraqueza humana e merece penalidade máxima.

A vitória não merece a mácula da intolerância e muito menos a derrota merece a irascível justificativa da violência.

No campeonato da existência vencem mais aqueles que são comandados pela sabedoria e com técnica realizam suas jogadas, sempre pensando em equipe. Somos um só time na esfera do mundo, aos olhos do Criador.

Não se faz vencedores com armas e camisas; nascem perdedores com mediocridade e túmulos.

Torcer, vibrar, soltar o grito da garganta é pra extravasar a emoção do gol e corroborar o orgulho de ser campeão, nunca para desclassificar a paz coletiva.

A paz merece prorrogação. Benditos aqueles que torcem pela vida.

Por Wanderley Mendes da Fonseca

Imagem: Internet