Cam1sa D3las – Marcela Diniz

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Nome, apelido e idade

Marcela Diniz – Marcelinha – 17 anos.

Onde nasceu e vive

Marcela: Nasci e vivo em Belo horizonte.

E o coração, como está?

Marcela: À procura de um príncipe, não precisa estar de cavalo branco, mas sim com uma camisa do GALO! Boa resposta!

O que tem achado da atuação do time nesse começo de campeonato, totalmente líder?

Marcela: Estou gostando muito. O time está mostrando raça.

Descreva em poucas palavras o que significa ser ATLETICANA.

Marcela: Ser atleticana é torcer de corpo e alma, é comemorar nas vitórias, chorar nas derrotas, apoiar o time incondicionalmente.

Que jogador será o destaque da equipe em 2012?
Marcela: Bernard.

Se pudesse trazer algum reforço, quem você contrataria e por quê?

Marcela: O Tardelli, ele faz falta no Atlético.

Nesse começo de campeonato, o comportamento da torcida está sendo diferente, mais cobranças etc. Você acha que a atitude está correta ou que o apoio deve continuar INCONDICIONAL?

Marcela: Acho que a torcida deve cobrar sim, sem deixar de apoiar o time.

*Agradecimento especial à Vivi, Paulo Henrique e ao Ricardo Vitor que contribuíram nas últimas semanas com o Cam1sa D3las.

Fael Lima

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Caravana – Atlético x Nacional

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América 1×2 Atlético – Vídeos (parte 2)

O Independência é nosso

Comemoração no segundo gol

 

Chora Americano

 

Razão do meu viver

 

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América 1×2 Atlético – Vídeos (parte 1)

Time entra em campo

Torcida canta o Hino

Samba Rock do Molejão

Quem ficar parado…

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O Galo da Massa e a Massa do Galo

Atleticanos que se reúnem no dia anterior ao jogo e atravessam a madrugada planejando músicas, dobrando bandeiras, celebrando o aniversário de um desses loucos alvinegros, que eles agora consideram irmão simplesmente por defenderem a mesma bandeira. Só um Clube conseguiria isso, e esse é o Galo da Massa.

A cabeça mal encostou no travesseiro e o coração já ordena que o corpo desperte para mais um dia de atleticanismo. As cordas vocais aguentarão a viagem até o estádio, pendurados na janela e entoando todas as músicas relacionadas ao Atlético, as pernas poderão saltar durante todo o dia, a boca pode beijar o escudo na camisa, pois essa é a Massa do Galo.

Um jogo difícil, como todos ali já estão acostumados, com direito a placar adverso nos minutos finais. O soldado despistava quando o superior estava longe e espiava cada ataque atleticano, louco para vestir a farda alvinegra que lhe cobriu a pele durante toda a vida. O Presidente turco podia olhar a qualquer momento para o gramado, mas não fazia em alguns momentos, e não me perguntem o motivo, pois isso é coisa do Atlético, o Galo da Massa.

Superstições de atleticano, milhões, surgindo a todo momento, em todo canto. Rezas, gestos, roupas, local onde assiste o jogo, na cabeça do atleticano tudo deve ser milimetricamente posicionado, mesmo que os outros torcedores não entendam essa dimensão exclusiva. Que atire a primeira pedra aquele que nunca repetiu o manto usado na última vitória. Esse sou eu, esse é você, essa é a Massa do Galo.

Será assim para sempre. Não tente curar-se, mesmo que ouça diariamente sobre as horas dedicadas à essa bandeira, mesmo que os momentos de decepção surjam, ainda que as glórias de taças teimam em esquivar-se das nossas mãos. Onde mais eu encontraria alegria como aquela do gol de empate, na raça, na vontade, mais com a fé das arquibancadas que com as chuteiras em campo, pois fazemos parte do time da virada, do time do amor, o Atlético do povo, o Galo da Massa.

Merecíamos mais, pela noite mal dormida ao planejar aquele espetáculo, pelas cordas vocais que ficaram pelas estradas, pelas pernas que revezavam entre os saltos e a simpatia de ajeitar a meia da sorte. Subi em uma grade para registrar fotos daquele povo e em nenhuma imagem eu pude ver problemas do dia a dia, frustrações ou dores nos corações ali presentes. Tudo que encontrei foi esperança transbordando pelos olhos, felicidade em saber que uma pessoa querida estava ao lado dividindo aquele momento de apoio ao Atlético, só encontrei um povo ao qual me identifico como nenhum outro; conhecido como Massa, a Massa do Galo.

E quando saiu o segundo gol, saí pulando por um corredor, abraçando desconhecidos. No fim dele, um cadeirante sem os braços comemorava como poucos, com um sorriso que clareou aquele fim de tarde. Ali tive a certeza que podem me privar de tudo nessa vida, mas não me deixem sem o Galo da Massa e a Massa do Galo.

Fael Lima 

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Atleticano de La Plata

O relógio já marcava 13 horas, e com isso o ônibus estava oficialmente atrasado na Sede do Galo. Alguns atleticanos não haviam chegado, mas não poderíamos deixá-los de fora dessa reunião especial. Zarpamos e deixamos a turma para ir na van auxiliar que sairia logo depois. Na estrada recebo a mensagem que na van estava o Emilio (assim que se escreve?), um argentino que acompanha o Estudiantes e é atleticano antes da visita do clube em Bh, no ano de 2009.

Paramos pra um bate-papo com ele e fiz questão de registrar pro blog. Após a partida, o atleticano argentino ainda ajudou a carregar as bandeiras, faixas, além de uma aula de gírias, como pé-quente. Figuraça!

O áudio está péssimo e em algumas partes fica impossível ouvir o que falamos. Peço desculpas, pois a filmadora não possui microfone externo. Estamos cadastrados no site Vakinha para tentarmos adquirir novos equipamentos. Caso queira contribuir, clique aqui. O Cam1sa Do2e agradece! 

Fael Lima 

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Emilio com a Massa (Arquivo Cam1sa Do2e)