ATLÉTICO EMPATA COM FLAMENGO PELA COPA DO BRASIL SUB-17 – ASSISTA OS GOLS

O Atlético empatou por 2 a 2 com o Flamengo pelas oitavas de final da Copa do Brasil Sub-17. A partida aconteceu neste sábado, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

Os gols do Atlético foram marcados por Vinícius e Marco Túlio. O Flamengo saiu na frente, mas o Galo empatou ainda no primeiro tempo e virou na segunda etapa. No fim do jogo, a equipe carioca, que já havia desperdiçado um pênalti, empatou.

Atlético e Flamengo voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, às 15h, no Rio de Janeiro. Na campanha do título, em 2014, o Galo goleou o Flamengo no Rio por 6 a 1.

Confira os gols.

Imagens: Centim Vicentim

Jogo completo – Atlético 2×1 Goiás – Oitavas de final da Copa do Brasil 2012

ATLÉTICO
Giovanni; Marcos Rocha, Lima, Réver e Richarlyson (Triguinho, intervalo); Pierre, Leandro Donizete, Mancini (Serginho, 22min/2ºT) e Danilinho; Neto Berola (Escudero, 22min/1ºT) e André. Técnico: Cuca

GOIÁS
Harlei; Peter (Vitor, 15min/2ºT), Valmir Lucas, Rafael Tolói e Egídio. Thiago Mendes, Amaral, Ramon (Netinho, 36min/2ºT), Felipe Amorim e Ricardo Goulart; Iarley (Wallynson, 15min/2ºT). Técnico: Enderson Moreira

Gols: Neto Berola (6min/1ºT), Mancini (25min/1ºT) e Felipe Amorim (40min/2ºT)
Cartões amarelos: Richarlyson e Danilinho (ATL); Egídio, Thiago Mendes, Peter e Valmir Lucas (GOI)
Cartão vermelho: Não houve
Público/renda: 18.628/R$ 704 mil

Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil
Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Data e hora: quinta-feira, 2 de maio, às 21h50
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann (RS) e Carlos Berkenbrock (SC)

Jogo completo – Atlético 1×0 Tupi – Mineiro 2012 (2º jogo da semifinal)

ATLÉTICO
Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Lima, Réver e Richarlyson; Fillipe Soutto (Neto Berola), Leandro Donizete, Escudero (Mancini) e Bernard; Danilinho e André
Técnico: Cuca

TUPI
Rodrigo; Flávio (Cassiano), Wesley Ladeira, Fabrício e Henrique (Ulisses); Jaílton (Assis), George, Léo Salino e Michel Cury; Allan e Ademílson.
Técnico: Moacir Júnior

Motivo: jogo de volta das semifinais do Campeonato Mineiro
Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas
Data e hora: Sábado, 28 de abril
Gols: André, aos 25′ do segundo tempo
Árbitro: Émerson de Almeida Ferreira
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Marconi Helbert Vieira
Cartões amarelo: Jaílton, George, Ademílson, Léo Salino e Cassiano (Tupi) — André, Bernard (Atlético)
Público: 7.301

Valeu Arena!

Mesmo morando em várias casas e cidades durante a vida, nunca me acostumei a deixar para trás as pessoas, histórias, meu lar. Assim como muitas mudanças na vida, caí na Arena do Jacaré sem querer, sem opção, de cara fechada e querendo não gostar de tudo ali.

A cada jogo era um novo plano para chegar até a Arena, e assim fui de carona com amigos, com transporte pirata, a famosa vaquinha pra rachar a gasolina e as caravanas que mudaram diretamente meus dias em Sete Lagoas. Não percebi que ali eu ganhava histórias para toda a vida, amigos que levarei para sempre.

Chegar na Sede do Atlético e me reunir com aquela turma passou a ser o melhor momento da semana. Conheci Atleticanos loucos, contadores de histórias, divertidos, com feridas para cicatrizar, calados, idosos, adultos, crianças, todos unidos pela camisa que vestiam.

Cada canto da Arena tornou-se especial com o tempo. A corda próxima à grade que permitia ouvir até a respiração do jogador, o canto onde ficava até a ansiedade passar, os corredores da bagunça, a saída com a Charanga em carnavais que nunca sairão da minha memória. Havia a grade onde o Galo Doido subia, o bandeirão da Galoucura, a volta das bandeiras na Força Jovem, o apagão debaixo de um temporal que fez acender milhares de luzes, momentos que só a Massa pode proporcionar.

Porém, alguns filhos ficaram em Belo Horizonte e foi preciso voltar para buscá-los. A Maria Pretinha, a Tia Célia, O Laerte, a turma da EficiGalo, entre outras figurinhas carimbadas na arquibancada, essenciais aos mundo do Atleticanismo.

A Arena do Jacaré parecia uma pedra no caminho, mas como toda dificuldade, a Massa tirou de letra e traz coisas boas na bagagem. É hora de subir no caminhão de mudanças novamente e desembarcar no Independência, mas fica nosso muito obrigado à cidade de Sete Lagoas e a todos os Atleticanos da região.

Página virada, chegou a hora de escrever novas histórias em Belo Horizonte. Atleticanos, o papel e a caneta estão com vocês; e o primeiro parágrafo é quinta-feira. O show vai começar!

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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Com ingressos mais baratos, Arena do Jacaré é palco de Galo e Tupi

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Sem barranco, aos trancos e areias

O jogo era válido pela semifinal, mas Atlético e Tupi passaram a sensação que aquela partida era continuação do zero a zero da semana anterior. O Atlético não queria testar uma zaga reserva e entrou com Pierre e Leandro Donizete, seus dois volantes de marcação mais intensa, ao contrário de Soutto, que apesar de ter feito bons jogos como titular, não tem essa característica. Do outro lado, o Tupi sabia que enfrentava a camisa do Galo e preferiu não arriscar. Na Arena do Jacaré prevejo uma retranca ainda maior, com o time “carioca” apostando somente nos contra-ataques.

Retranca, palavra que os Atleticanos, assim como eu, têm associado sempre ao técnico Cuca. Porém, ontem não culpei o treinador. O Galo criou chances, mas foi a turma da frente que pecou no último passe, no cruzamento, nas finalizações. Aliás, se o treinador de goleiros quer trabalhar com a cabeça dos arqueiros, que o Galo faça o mesmo com a turma da frente, que treme para chutar no gol.

Quem não tremeu foi Danilinho, que peitou o time do Tupi inteiro, mesmo quando o adversário tinha quase o dobro do tamanho. Junto do baixinho, Pierre e Richarlyson também jogaram água na fogueira que o Tupi queria acender. Levar dedo na cara e falar grosso com o adversário às vezes é necessário, não abaixa a moral do time, acorda a equipe, mas é preciso fazer também contra outros times, que atualmente só ganham abraços quando nos provocam.

Provocação que aconteceu também nas arquibancadas. A corda que separava as duas torcidas testemunhou músicas, cartazes e gritos interessantes entre os roceiros e cariocas. Gosto dessa provocação sadia, brincadeira entre cartazes, o futebol é isso, uma provocação, rivalidade que fez até a semi-final ficar mais empolgante. Que os Atleticanos recebam os cariocas em Minas com respeito, pois em Juiz de Fora, apesar das brincadeiras, fomos bem recepcionados pela turma adversária.

Ainda sobre o jogo, vale destacar que Richarlyson, assim como no clássico, demonstrou vontade e corrigiu alguns erros do último jogo. Na defesa, se muitos Atleticanos defendem que Lima merece mais chances, o jogo de ontem pode ter engrossado o pedido dessa turma. Quando o Galo ia para o ataque, observei o zagueiro que procurava organizar a marcação todo o tempo. Creio que ele não fique para o Brasileirão, por isso lamentei após o jogo, já que é um bom reforço para o elenco.

Que venha o Goiás, que venha o Tupi! Chegou a hora de crescermos diante de qualquer adversário, afinal só as taças nos interessam. As taças do futebol, que é o nosso esporte, a nossa paixão. Vida longa ao gramado onde entra a camisa Atleticana, local de comemorar as vitórias e lamentar as derrotas sem fugir para outras quadras.

Saímos de Juiz de Fora aos trancos e areias, pois praia não tem barranco. Agora a casa é nossa e a Massa entra em campo! Solta as feras…

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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*Fotos: André Luiz 

Eu na Arquibancada – Atlético x cruzeiro

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Agradeço ao Rafael BrunoPeagá e ao André, da Força Jovem Atleticana, pela ajuda com as fotos no estádio. Valeu turma!