Jogo completo – Atlético 2×1 Goiás – Oitavas de final da Copa do Brasil 2012

ATLÉTICO
Giovanni; Marcos Rocha, Lima, Réver e Richarlyson (Triguinho, intervalo); Pierre, Leandro Donizete, Mancini (Serginho, 22min/2ºT) e Danilinho; Neto Berola (Escudero, 22min/1ºT) e André. Técnico: Cuca

GOIÁS
Harlei; Peter (Vitor, 15min/2ºT), Valmir Lucas, Rafael Tolói e Egídio. Thiago Mendes, Amaral, Ramon (Netinho, 36min/2ºT), Felipe Amorim e Ricardo Goulart; Iarley (Wallynson, 15min/2ºT). Técnico: Enderson Moreira

Gols: Neto Berola (6min/1ºT), Mancini (25min/1ºT) e Felipe Amorim (40min/2ºT)
Cartões amarelos: Richarlyson e Danilinho (ATL); Egídio, Thiago Mendes, Peter e Valmir Lucas (GOI)
Cartão vermelho: Não houve
Público/renda: 18.628/R$ 704 mil

Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil
Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Data e hora: quinta-feira, 2 de maio, às 21h50
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann (RS) e Carlos Berkenbrock (SC)

Jogo completo – Atlético 1×0 Tupi – Mineiro 2012 (2º jogo da semifinal)

ATLÉTICO
Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Lima, Réver e Richarlyson; Fillipe Soutto (Neto Berola), Leandro Donizete, Escudero (Mancini) e Bernard; Danilinho e André
Técnico: Cuca

TUPI
Rodrigo; Flávio (Cassiano), Wesley Ladeira, Fabrício e Henrique (Ulisses); Jaílton (Assis), George, Léo Salino e Michel Cury; Allan e Ademílson.
Técnico: Moacir Júnior

Motivo: jogo de volta das semifinais do Campeonato Mineiro
Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas
Data e hora: Sábado, 28 de abril
Gols: André, aos 25′ do segundo tempo
Árbitro: Émerson de Almeida Ferreira
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Marconi Helbert Vieira
Cartões amarelo: Jaílton, George, Ademílson, Léo Salino e Cassiano (Tupi) — André, Bernard (Atlético)
Público: 7.301

Valeu Arena!

a última caravana 300x225 Valeu Arena!Mesmo morando em várias casas e cidades durante a vida, nunca me acostumei a deixar para trás as pessoas, histórias, meu lar. Assim como muitas mudanças na vida, caí na Arena do Jacaré sem querer, sem opção, de cara fechada e querendo não gostar de tudo ali.

A cada jogo era um novo plano para chegar até a Arena, e assim fui de carona com amigos, com transporte pirata, a famosa vaquinha pra rachar a gasolina e as caravanas que mudaram diretamente meus dias em Sete Lagoas. Não percebi que ali eu ganhava histórias para toda a vida, amigos que levarei para sempre.

Chegar na Sede do Atlético e me reunir com aquela turma passou a ser o melhor momento da semana. Conheci Atleticanos loucos, contadores de histórias, divertidos, com feridas para cicatrizar, calados, idosos, adultos, crianças, todos unidos pela camisa que vestiam.

despedida 300x200 Valeu Arena!Cada canto da Arena tornou-se especial com o tempo. A corda próxima à grade que permitia ouvir até a respiração do jogador, o canto onde ficava até a ansiedade passar, os corredores da bagunça, a saída com a Charanga em carnavais que nunca sairão da minha memória. Havia a grade onde o Galo Doido subia, o bandeirão da Galoucura, a volta das bandeiras na Força Jovem, o apagão debaixo de um temporal que fez acender milhares de luzes, momentos que só a Massa pode proporcionar.

Porém, alguns filhos ficaram em Belo Horizonte e foi preciso voltar para buscá-los. A Maria Pretinha, a Tia Célia, O Laerte, a turma da EficiGalo, entre outras figurinhas carimbadas na arquibancada, essenciais aos mundo do Atleticanismo.

A Arena do Jacaré parecia uma pedra no caminho, mas como toda dificuldade, a Massa tirou de letra e traz coisas boas na bagagem. É hora de subir no caminhão de mudanças novamente e desembarcar no Independência, mas fica nosso muito obrigado à cidade de Sete Lagoas e a todos os Atleticanos da região.

Página virada, chegou a hora de escrever novas histórias em Belo Horizonte. Atleticanos, o papel e a caneta estão com vocês; e o primeiro parágrafo é quinta-feira. O show vai começar!

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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Com ingressos mais baratos, Arena do Jacaré é palco de Galo e Tupi

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Sem barranco, aos trancos e areias

DSC05662 300x225 Sem barranco, aos trancos e areiasO jogo era válido pela semifinal, mas Atlético e Tupi passaram a sensação que aquela partida era continuação do zero a zero da semana anterior. O Atlético não queria testar uma zaga reserva e entrou com Pierre e Leandro Donizete, seus dois volantes de marcação mais intensa, ao contrário de Soutto, que apesar de ter feito bons jogos como titular, não tem essa característica. Do outro lado, o Tupi sabia que enfrentava a camisa do Galo e preferiu não arriscar. Na Arena do Jacaré prevejo uma retranca ainda maior, com o time “carioca” apostando somente nos contra-ataques.

Retranca, palavra que os Atleticanos, assim como eu, têm associado sempre ao técnico Cuca. Porém, ontem não culpei o treinador. O Galo criou chances, mas foi a turma da frente que pecou no último passe, no cruzamento, nas finalizações. Aliás, se o treinador de goleiros quer trabalhar com a cabeça dos arqueiros, que o Galo faça o mesmo com a turma da frente, que treme para chutar no gol.

Quem não tremeu foi Danilinho, que peitou o time do Tupi inteiro, mesmo quando o adversário tinha quase o dobro do tamanho. Junto do baixinho, Pierre e Richarlyson também jogaram água na fogueira que o Tupi queria acender. Levar dedo na cara e falar grosso com o adversário às vezes é necessário, não abaixa a moral do time, acorda a equipe, mas é preciso fazer também contra outros times, que atualmente só ganham abraços quando nos provocam.

DSC05531 300x225 Sem barranco, aos trancos e areiasProvocação que aconteceu também nas arquibancadas. A corda que separava as duas torcidas testemunhou músicas, cartazes e gritos interessantes entre os roceiros e cariocas. Gosto dessa provocação sadia, brincadeira entre cartazes, o futebol é isso, uma provocação, rivalidade que fez até a semi-final ficar mais empolgante. Que os Atleticanos recebam os cariocas em Minas com respeito, pois em Juiz de Fora, apesar das brincadeiras, fomos bem recepcionados pela turma adversária.

Ainda sobre o jogo, vale destacar que Richarlyson, assim como no clássico, demonstrou vontade e corrigiu alguns erros do último jogo. Na defesa, se muitos Atleticanos defendem que Lima merece mais chances, o jogo de ontem pode ter engrossado o pedido dessa turma. Quando o Galo ia para o ataque, observei o zagueiro que procurava organizar a marcação todo o tempo. Creio que ele não fique para o Brasileirão, por isso lamentei após o jogo, já que é um bom reforço para o elenco.

Que venha o Goiás, que venha o Tupi! Chegou a hora de crescermos diante de qualquer adversário, afinal só as taças nos interessam. As taças do futebol, que é o nosso esporte, a nossa paixão. Vida longa ao gramado onde entra a camisa Atleticana, local de comemorar as vitórias e lamentar as derrotas sem fugir para outras quadras.

Saímos de Juiz de Fora aos trancos e areias, pois praia não tem barranco. Agora a casa é nossa e a Massa entra em campo! Solta as feras…

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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*Fotos: André Luiz 

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Eu na Arquibancada – Atlético x cruzeiro

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Agradeço ao Rafael BrunoPeagá e ao André, da Força Jovem Atleticana, pela ajuda com as fotos no estádio. Valeu turma!

Atlético x Cruzeiro – Vídeos (parte 2)

Material da Galoucura chegando ao estádio

Samba Rock do Molejão

Provocando o time azul