Tv Re’Torcida – Setenta e duas horas com o Galo

Foram setenta e duas horas indo de um lado para o outro em Belo Horizonte e Sete Lagoas. Tudo para não perder um segundo sequer da festa da Massa no aniversário de 104 anos do Atlético.

Desde a estrada para a Arena do Jacaré, o encontro na madrugada e na manhã de domingo, a homenagem na Assembleia Legislativa, tudo registrado para o Atleticano. Frio, chuva, sol, nada impediu os apaixonados de festejarem o aniversário do Clube Atlético Mineiro.

Infelizmente tivemos problemas técnicos e mesmo passando a terça-feira editando, foram surgindo cada vez mais erros nos programas de edição que usamos, nos formatos dos vídeos e no próprio computador. Como problema nenhum é páreo para nós, atleticanos, fizemos o possível para enviar o Tv Re’Torcida sem abertura, créditos, entre outras falhas que não foram possível corrigir.

Peço desculpas, mas não poderíamos deixar de publicar essas belas imagens que a torcida proporcionou. Assista e deixe seu comentário!

Créditos:

Produção: Fael Lima e Lucas Cardoso

Imagens: Rafael Bruno, Fael Lima, Lucas Cardoso, José Alexandre

Edição: Lucas Cardoso

Trilha:

Mc Teco – Ela ou o Galo

Hino do Atlético (saxofone e guitarra)

Beth Carvalho – Vou Festejar

Tianastácia – Galo na cabeça

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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Sobre Mantos e Batalhas

De quantas alegrias se veste uma camisa,

de quantas armas se traveste uma dor?

388420 326530020691746 100000042517420 1462100 1016414018 n 300x225 Sobre Mantos e BatalhasFaçamo-nos atletas sem chutar pra longe a razão e sem entrar de sola contra a arte e a paixão.

Uma escolha não pode escalar a crueldade nem a covardia pode desfilar sua cor. As cores de um manto não podem manchar o escudo da esportividade porque o infortúnio não escolhe camisa.

Em campo deve-se driblar a tristeza, tabelar com o respeito e vencer pela boa vontade aqueles que jogam pra escanteio o bom-senso, a dignidade e o caráter.

Não respeitar diferenças é torcer pra insanidade e fuzilar as próprias redes com a marca da ignorância.

Faz gol-contra quem vai ao ataque sem entender as regras e não reconhece os limites do jogo. Digno de cartão vermelho que não por acaso tem cor de sangue. Sangue que é sinônimo de vida, mas que se derramado denota a selvagem fraqueza humana e merece penalidade máxima.

A vitória não merece a mácula da intolerância e muito menos a derrota merece a irascível justificativa da violência.

No campeonato da existência vencem mais aqueles que são comandados pela sabedoria e com técnica realizam suas jogadas, sempre pensando em equipe. Somos um só time na esfera do mundo, aos olhos do Criador.

Não se faz vencedores com armas e camisas; nascem perdedores com mediocridade e túmulos.

Torcer, vibrar, soltar o grito da garganta é pra extravasar a emoção do gol e corroborar o orgulho de ser campeão, nunca para desclassificar a paz coletiva.

A paz merece prorrogação. Benditos aqueles que torcem pela vida.

Por Wanderley Mendes da Fonseca

Imagem: Internet

Reportagem especial da Rádio Itatiaia aos 104 anos de Atlético

Festa na Sede de Lourdes – Vídeos

Atleticanos cantam o hino na Sede durante o aniversário

Gol do Atlético

Parando o trânsito

Vou festejar

Parabéns pra você

Festa debaixo da chuva

Faixa Vergonha na Cara é censurada novamente

Como várias leitores perguntaram se a faixa “Vergonha na cara” foi barrada no jogo de sábado, posto o vídeo para confirmar a proibição.

“Eu vou aparecer no Youtube de novo?” – Foi a ironia que ouvimos sábado, enquanto censuravam a faixa que, segundo eles, traz dizeres ofensivos.

Por isso eu O escolhi

535751 2036248282894 1744853775 1036491 303205550 n 300x137 Por isso eu O escolhi

‎”Ao sofrêdor!!”
“Ao sem titulo”
“Ao segundino”
Etc…

Passei a vida ouvindo isso, mas garanto… Foi com orgulho.
“Orgulho?? Como??”

É, orgulho. Orgulho de daqueles pobres estudantes que num dia comum em 1908 resolveram fazer algo que mudaria a vida de uma nação. Uma nação cuja as cores sempre foi o preto e o branco, mesmo quando tentaram inventar algo diferente, outra cor, ou o que for, mas o preto e branco sempre prevaleceram.

O nome que lhe deram, continua o mesmo. Aconteça o que acontecer, será CLUBE ATLÉTICO MINEIRO.

Desde o dia 5 desse ano de 2012, depois de algo aconteceu nesse dia em minha cidade, venho sendo atormentado por um medo, que não está me fazendo bem.
O medo da perda. Talvez pelo fato deu nunca ter passado por isso na minha vida (ainda), mas ja estou sofrendo só de pensar no dia que isso acontecer.

Mas espere… Há alguns momentos que esse medo some, como assim??
Acho que sei… São durante 90 minutos de um domingo qualquer. Ou de uma quarta-feira talvez. Ou qualquer dia que seja, durante esses 90 minutos no qual eu paro pra te ver, muda tudo. Eu esqueço de tudo isso, e o meu único medo é de um dia não poder te ver mais, ouvir seu hino, ver um cidadão qualquer, pobre mortal como eu, passar na rua vestindo seu manto branco e preto, e do nada um sorriso aparecer no rosto e às vezes até lágrimas escorrerem.

Eu não sei explicar, apesar disso ser clichê, é realmente algo que não se pode explicar.
Lembro direitinho de quando era uma criança, lá pelos meus 7 anos. Eu “torcia” para três times: Santos, Flamengo e Atlético.

Santos pelos meus familiares de SP. Flamengo por causa de um tio. E o Atlético? Hehe, Qual o motivo??

Enfim, chegou uma certa idade na minha vida, que eu comecei a pensar melhor, ver como era essas coisas, e então tive que “escolher” um deles.
E qual eu escolhi? O Santos, Bi campeão mundial, Santos de Pelé e cia?
O Flamengo de Zico, grande “campeão” (enfase nas aspas!) em 81?

Não, eu fiz o que o coração mandou. Fui contra a lógica de poder escolher para outro visto como melhor, mas eu fui no que ja veio comigo, desde que nasci. Fui concebido assim, ATLETICANO.

Poderia passar horas aqui, relembrando de várias coisas que essa paixão me fez passar, mas só queria deixar claro o meu amo por essa instituição.

Minha nação, minha religião, minha vida.

Clube Atlético Mineiro, até no dia que todos se cansarem de esperar algo, se cansarem de humilhação, eu lhe garanto que EU estarei lá, pra te apoiar. Sempre sempre!

Eu te amo GALO!

Por Caíque Rocha

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Funcionários do Galo dão os parabéns em 2000