O GALO É A CURA

O Doutor Edson Libânio é pediatra em Baependi, interior de Minas Gerais, e além de ser referência na cidade pela profissão, basta falar no Tio Edson que a conversa parte para o Clube Atlético Mineiro, paixão do médico.

Além de construir um bar personalizado com objetos do Galo para reunir amigos e assistir aos jogos, o Tio Edson foi além no vício de estar ao lado das cores preto e branco todos os dias. Quem for ao consultório volta para casa com uma receita onde é possível ver o escudo do clube ao fundo.

“Tem 20 anos já, ou mais. Mas só uso para os Atleticanos ou cruzeirenses que se atrevem a ir no meu consultório.” – diz o Doutor Galo Doido.

Apesar de ser pediatra, o Tio Edson também atende a amigos, principalmente em período de jogos decisivos, e passa na receita o remédio de eficácia comprovada – Cantar o hino do Atlético três vezes ao dia.

Fael Lima

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Lucas Perez, Mateus Perez e Edson Libânio

O METEORO ATLETICANO PODERIA VOAR MAIS ALTO?

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Foto: Douglas Magno/Agência Estado

O DVD ‘R49 – O Meteoro Atleticano’ bateu a marca de noventa mil cópias vendidas.  Foram vinte e cinco mil somente na primeira semana. Seria curioso se houvesse uma comparação com os números de vendas das grandes produções do cinema em 2013.

Assim como fizemos com o DVD ‘Vingadores da América’, lançado pela Globo no fim do ano, fomos conferir a visão do torcedor que colocou a mão no bolso e chegou a enfrentar filas (como sempre) para ter mais um objeto com o escudo Atleticano na estante.

Esse é o produto mais difícil para a análise do Cam1sa Do2e, pois tivemos a honra de contribuir com diversas imagens registradas nas arquibancadas, além da participação desse blogueiro em alguns trechos. Confesso que me emocionei ao ver meu nome nos agradecimentos especiais.

Assisti a segunda vez, a terceira e obrigava cada visita a sentar no sofá e assistir mais uma vez, percebia detalhes no vídeo a cada clique no play. Conheci os responsáveis no Mineirão, no Campeonato Mineiro, e além da gravação na sala da minha casa, os encontrei várias vezes pela capital mineira. A turma da Bahia trabalhou muito e passou a estar sempre presente na arquibancada em jogos do Atlético, principalmente na Libertadores.

O telão do Independência exibia o trailer a cada jogo e a expectativa crescia cada vez mais. A ideia inicial seria mostrar um título do Brasileiro, depois o sonho se tornou maior e a excelente campanha na primeira fase da Libertadores fez surgir outro DVD (falaremos dele em breve).

Paguei trinta reais e logo que deixei a Loja do Galo, como uma criança que recebe o presente de natal, comecei a examinar cada detalhe. Capa simples, cheguei a brincar no Twitter que o Presidente Kalil imprimiu às pressas em sua sala. A responsabilidade ficou para o conteúdo das imagens.

Muitos imaginaram que veríamos Ronaldinho falando por horas sobre o Atlético, sua vida em BH, detalhes de jogos importantes etc., mas o camisa dez pouco aparece. Personagens secundários como Belmiro, Dadá,Tia Célia, entre outros, roubam a cena. Ficou um excelente material para quem não conhece tão bem o clube ficar conhecendo através do nome de um dos maiores da história na capa. Porém, o Atleticano que vive intensamente no dia a dia do Atlético esperava mais. Eu comprei e não me arrependo, pois os títulos preenchem um espaço de vários anos sem qualquer produto semelhante lançado pelo próprio clube.

Perguntamos ao Atleticano o que ele achou. Confira algumas respostas:

 

“Bem produzido, dá pra perceber que os caras manjavam mesmo de cinema, a direção é excelente, só equipamento bom pra fazer. Só que faltou o produto principal na parada – futebol. Eles também tinham boas ideias, mas o roteiro não ficou bom não. Esperava ver mais depoimentos do Ronaldo, do povo no Atlético e tal.” 

Lucas Ragazzi

 

Esperava um DVD que contasse apenas da vida do R49 chegando ao Galo. 

Victor Hugo

 

No fim, depois de assisti-lo, senti que faltou algo, senti que faltou justamente ter mais momentos do qual eu esperava. Afinal, o que não faltava era um protagonista pra isso.

Elza Maria

 

Curiosamente, ao contrário das respostas quando perguntamos individualmente, a enquete lançada no blog aprova o Meteoro Atleticano.

 

QUAL NOTA VOCÊ DÁ PARA O DVD “R49 – O METEORO ATLETICANO”?

42.86%  Nota 7 

21.43%  Nota 8 

14.29%  Nota 6 

14.29%  Nota 10 

7%  Nota 4 

 

Fael Lima

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NA REDE 23/01 E 24/01

chuteira pierre bruno cantini NA REDE 23/01 E 24/01

Foto: Bruno Cantini

UOL: Você acha que Pierre é guerreiro? Veja como ele superou um drama familiar

GE: Com ruptura lateral do menisco do joelho, Luan só volta depois da Copa

IG: Autuori comanda primeiro coletivo no Atlético e mantém base de Cuca

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Cam1sa Do2e: Pierre x Berola no vídeo-game

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Cam1sa Do2e: Sorteio para a Massa

 

GALO EM FAMÍLIA – R10 E A NOVA GERAÇÃO

 Outras postagens do Galo em Família

Personagem de revista em quadrinho, ídolo no mundo do futebol, autor de golaços e dono de um visual exótico. Prato cheio para a criançada querer imitar aquele que já foi eleito o melhor do mundo por duas vezes.

E se esse cara jogasse no seu time? E se esse cara saísse do seu time?

Duas perguntas que justificam o choro do pequeno Atleticano que chegou a pedir por intervenção Divina para ver Ronaldinho com o Manto Alvinegro em 2014. O texto de Victor Martins, publicado no Cam1sa Do2e, cita como a renda do clube aumentou desde a chegada de Ronaldinho a Minas, mas a presença do camisa 10 vai além das cifras.

Ronaldinho converte torcedores de todas as idades, faz a criança vestir a camisa na escola com orgulho, mesmo no dia seguinte às derrotas. Nas peladas de rua, até os rivais querem bater o peito no ar para imitar a comemoração ‘patenteada’ no Horto.

O menino que pega a camisa 10 como seu melhor brinquedo e seca suas lágrimas com o escudo estampado nela deveria estar presente na reunião entre Assis e Alexandre Kalil. Garantir o sorriso naquele rosto deveria estar em contrato para 2014.

Fael Lima

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A BASE VAI BEM, OBRIGADO

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Foto: Ale Vianna/Brazil Photo Press/Folhapress

Foi uma semana movimentada na Cidade do Galo. Enquanto o time principal ia se apresentando aos poucos, as categorias de base do clube estão a todo vapor fora de Minas Gerais.

Para evitar uma crise de abstinência de jogos do Atlético, a Copa São Paulo de Juniores mostrou talentos como Carlos, Marquinhos, Eduardo, entre outras peças que merecem atenção especial. Se lapidadas corretamente, serão joias para brilhar no time principal em breve. A crônica esportiva do país foi surpreendida por um time entrosado e que repete o esquema tático que Cuca utilizou enquanto esteve por aqui.

O segundo tempo do jogo contra o Santos não pode apagar o que essa rapaziada fez na Copinha. Resta torcer para que subam na hora correta, tenham peito para encarar o peso da camisa e não achem que as câmeras o transformarão em Pelés. A transição mais difícil para um jogador nessa idade é não se preocupar mais com o cabelo do que com o futebol.

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Time Juvenil na Copa Promissão

O time juvenil está nas semifinais da Copa Promissão, também no interior de São Paulo, e sexta enfrenta o forte time do Grêmio. Além dos títulos que disputa em 2014, esse time terá a missão de, no futuro, chegar forte na Copinha como fez a atual geração.

Freguês não tem idade. Na Copa Brasil Sub-15, um golaço de Índio deu a classificação ao Atlético no fim da prorrogação contra o Cruzeiro. Cena mais bonita que o totozinho por cima do goleiro foi a molecada cantando o hino no círculo central após a partida. Sexta tem a semifinal contra o São Paulo, outro que está se tornando freguês.

Olho nos gols de Tardelli, milagres de Victor e canetas de Ronaldinho, mas olho também nessa turma que quer ter o nome ecoado nas arquibancadas do Horto.

Fael Lima

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VERDADEIRA PELE – A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Mostramos ontem a primeira parte da coleção do Atleticano André de Paula, que conseguiu uma camisa de cada titular na Libertadores, além de outras especiais para representar cada jogo da conquista Alvinegra. Confira os Mantos que são guardados a sete chaves.

Clique aqui para ler a primeira parte

*Os textos nas fotos foram escritos pelo próprio colecionador.

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Ele não esteve na reta final, mas foi peça importante para Cuca desde o Brasileiro 2012. A camisa devia estampar o nome Leão Donizete, tamanha a luta do volante dentro de campo.

 

08 goleiro VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Victor não deu chances para os outros goleiros na Libertadores. Giovanni entrou em campo em algumas partidas no Brasileiro, mas na Libertadores poucos perceberam que ele vestia um uniforme verde no banco de reservas. O 12, que pertence à Massa, foi utilizado por ordens da Conmebol. Mais uma relíquia na coleção!

 

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Tardelli tem um hábito que o Atleticano adora. Ele sempre balança as redes do São Paulo. Dono da 9 há alguns anos, o Manto do artilheiro agora divide o espaço no guarda-roupas ao lado de outros ‘noves’ de tantos craques que usaram o número de goleador no passado.

 

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Sem dúvida Ronaldinho, Victor, Tardelli, entre outros, terão milhares de fãs por toda a vida, mas entre as camisas de tantos craques, o André quis que o primeiro autógrafo fosse do jogador que ele admira e considera como um ídolo especial – Luan, o dono da 27. Fã que é fã corre atrás de todas as relíquias, por isso a camisa do Mundial também já está na gaveta.

 

09 victor VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Se o nome é Victor, vale ter camisa branca, cinza, preta ou da cor que estiver disponível. A camisa usada contra o Tijuana, no México, é idêntica à da estreia, porém, dessa vez o tribal estampou a parte da frente. Uma pessoa distraída diria que são camisas iguais, mas os olhos de um colecionador buscam todos os detalhes.

 

10 réver VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

A camisa do zagueiro artilheiro pode ser também a camisa de zagueiro de Copa do Mundo. O gol do gigante trouxe uma tranquilidade aos Atleticanos que seria momentânea. No mesmo jogo, Réver levaria amarelo após a marcação do pênalti e vermelho após a partida.

 

10 victor VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Se é difícil para o torcedor conseguir todas as camisas de goleiro vendidas em loja, imagina quantas noites de sono um colecionador perde até conseguir todos os modelos usados na Libertadores. Agora multiplique mil vezes essa batalha, pois estamos falando de São Victor do Horto. Deu trabalho, mas valeu a pena.

 

11 gilberto VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Entre todas as peças adquiridas, três jogadores não estarão na Libertadores de 2014 – Bernard, Júnior César e Gilberto Silva. Fica a camisa e o autógrafo do ídolo que deixou sua marca na história Atleticana.

 

12 guilherme VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Talvez a camisa de Guilherme não estivesse entre as prioridade para a coleção no início da Libertadores, mas depois de um chute que trouxe luz ao Independência, o número 17 ficou disputado entre os colecionadores.

 

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Eleito o melhor lateral direito do país nos últimos dois anos, Marcos Rocha é candidato forte a aumentar a lista de jogadores que participaram do título, mas que não terão a chance de lutar pelo bi. Caso ele saia, a segunda pele está garantida.

 

13 trocada em campo VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Se o placar fosse outro, talvez essa camisa não viesse para Belo Horizonte, mas com o grito de campeão vale até guardar uma recordação da final e do rival

 

14 leo silva VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Leonardo Silva ainda não sabe o que aquela escorada de cabeça representou para os Atleticanos. Enquanto viver, haverá um Atleticano pedindo para contar como foi, querendo foto ou um autógrafo. Poucos conseguirão a assinatura na própria camisa usada na Libertadores. O André conseguirá.

 

14 cuca VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 2)

Cuca virou um símbolo de fé e elo com a torcida pelas frases e reações. Sua camisa não tem número, então resta guardar a que o treinador usou na comemoração, enquanto Réver erguia a taça. O modelo é diferente do que foi vendido na Loja do Galo, pois traz o patrocínio do Banco BMG.

 

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Apesar de ser colecionador de camisas, quando se tem uma bola autografada pelo time, o Atleticano decide guardá-la em meio a tantos tesouros.

 

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É tanto objeto que pertencia a São Victor, que daria para montar um museu. Camisas de todas as cores, shorts, luvas e até a chuteira que isola bolas com o pé esquerdo. Uma coleção mais que especial.

 

Fael Lima

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VERDADEIRA PELE – A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 1)

Já mostramos no Cam1sa Do2e a coleção do André de Paula com relíquias de todas as épocas, mas dessa vez o cara vai fazer muito Atleticano sentir um cisco de inveja na frente da tela. Ele queria uma camisa da Libertadores para a coleção, depois queria uma camisa de jogo e uma de visitante, aí vieram os milagres de São Victor… Acabou a Libertadores, veio a taça e havia uma camisa para representar cada jogo da conquista.

É tanta camisa que dividimos a publicação em duas partes para contarmos os detalhes de cada uma. Mais feliz que o André, só o Kalil que dormiu com a taça.

 

*Os textos nas fotos foram escritos pelo próprio colecionador.

01 estreia VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 1)

Todos lembrarão da água, de Ceni, de Ronaldinho e Marcos Rocha, mas poucos se lembrarão que foi Jô quem balançou as redes aos 13 minutos. O André irá se lembrar, pois tem a camisa 7 do cara que voa para comemorar com R10.

Ao contrário do Campeonato Brasileiro, a Conmebol exige número na parte da frente. O detalhe é que o André não aprovou a camisa da Lupo em 2013, mas nem por isso deixou de ter dezenas dela.

 

01 victor estreia VERDADEIRA PELE   A CONQUISTA ATRAVÉS DAS CAMISAS (PARTE 1)

Ao lançar a camisa para a temporada 2013, a Lupo enfrentou problemas de direitos autorais com o Galo tribal que estampava a parte da frente da camisa de treino e goleiro. Enquanto resolvia a pendência nos bastidores, o goleiro Victor entrou em campo contra o São Paulo sem o tribal, que voltaria na sequência da competição. Essa é um tesouro que não existe preço para os colecionadores.

 

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Ano passado fiquei na dúvida se comprava a camisa do Bernard, pois tinha certeza que era a última chance disso acontecer. Não comprei e me arrependi. O André não cometeu o mesmo erro e poderá contar que foi o Manto do moleque atrevido que balançou a rede de argentinos e chamou a atenção do mundo.

 

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Além de Bernard, outro jogador que tem um pedacinho da taça exposta na Sede de Lourdes é Júnior César. Se todos os números estivessem à venda na Loja do Galo, com certeza muitos comprariam a camisa do lateral que não víamos há muitos anos no Atlético. O André queria também a camisa do Júnior em 2014, mas não será possível.

 

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No ano 2000, o Atlético usou 44 modelos diferentes de camisa. O André tem 40 deles. Muitas camisas entram em campo somente uma vez e ganham um novo detalhe no  jogo seguinte. Contra o The Strongest, na Bolívia, a camisa de Diego Tardelli foi usada somente naquela partida. O manto pé-quente deu sorte e o camisa 9 marcou o primeiro gol da vitória.

 

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Outra camisa usada somente em um jogo foi a branca de Victor, contra o Arsenal, em BH. Ele não sabia que a camisa da sorte seria outra…

 

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Ter tantas camisas da Libertadores e não ter a de Ronaldinho é como ser vice invicto. Claro que o André garantiu uma do gênio. Colecionadores do mundo inteiro querem a 10 de um dos maiores da história e um dos principais responsáveis pelo título inédito na história do Atlético.

 

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Ao lado de Ronaldinho, outro que começou a mudar a história do Galo foi Pierre. Mesmo nos momentos de apagão do time, Pierre procura incendiar a arquibancada com sua raça de sempre. Ídolo e eterno dono da 5.

 

Fael Lima

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