Vídeos da Massa – Atlético 3×0 Coritiba

Primeiro gol

Segundo gol

Terceiro gol

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Verdadeira Pele – Thiago de Castro

970230 371267526307434 280613581 n 156x300 Verdadeira Pele   Thiago de CastroDezembro de 2011 fez com que muitos Atleticanos falassem e agissem com um coração machucado. Muitos prometeram não ir aos estádios, outros prometeram que sequer cantariam o hino Atleticano e houve até aqueles que diziam que esqueceriam a vida ao lado do Galo daquele mês em diante. Dezembro ficou para trás e o povo voltou pro estádio cantou o hino e viveu ao lado do Galo. O Thiago de Castro continuou na arquibancada, mas seu pecado foi vender parte da coleção de camisas na época. Estava triste, decepcionado e agiu com a emoção do momento. Quando percebeu o que tinha feito, resolveu compensar e retomou a coleção com fôlego total. Confira!

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Facebook do Thiago

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Muitos colecionadores procuram por camisas da década de 70, 80. Qual é a mais antiga da sua coleção? Thiago: Eu não tenho muito tesão pelas camisas da década de 70, porque eu prefiro as que eu vi e que acompanho o time, desde 1983. Eu tinha uma do Reinaldo que o marido da minha prima me deu, assinada por ele, de 77. Ele falava que quando falecesse, iria deixá-la no testamento pra mim. Acabou morrendo cedo e a mulher dele me deu. Uma relíquia. Mas a vendi, assim como vendi grande parte da minha coleção depois de um dos dias mais tristes da minha vida, que foi a goleada no dia 4 de dezembro de 2011. Tenho a da década de 80, de 1988, do Moacir.

1174352 400910420009811 1277592789 n 226x300 Verdadeira Pele   Thiago de CastroTem algum xodó que você demorou a conseguir, pelo modelo ou por ter uma história bacana? Thiago: Todas as minhas atuais camisas, que hoje somam 104, são meus xodós. Sou conhecido por andar sempre com camisas do Galo. Mas uma que pode ser considerada difícil e que não tinha na minha outra coleção é a do Taffarel laranja, adquirida há duas semanas atrás, na comunidade do Galo.

As mais raras podem ser usadas no dia a dia ou não saem da gaveta? Thiago: Não tenho essa de deixar de usar as mais raras. Uso todas, sem exceção. Cada dia trabalho com uma diferente. Acho que elas tem que ser apreciadas, não ficarem só em fotos e escondidas.

Existe um preço limite para pagar por uma camisa ou se encontrar alguma que procurava há muito tempo, coloca a mão no bolso sem pensar duas vezes? Thiago: Não faço nenhuma loucura para adquirir. Tenho os pés no chão, mas já paguei muito caro em algumas, tipo quinhentos reais. 1097595 400912243342962 1854360666 n 225x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro

A camisa deve ficar limpa para sempre ou o colecionador pode pegar autógrafo de jogadores? Thiago: Camisas do Galo, limpas sempre, podendo lavar com cuidado, não gosto de autógrafo de jogadores. Tenho uma com o autógrafo do Reinaldo e estou tentando apagar. Não sou fã de jogadores, e sim da instituição Clube Atlético Mineiro, meu amor maior.

A coleção aceita camisas de torcidas organizadas ou só as do time? Thiago: Não tenho mais camisas de torcidas organizadas. Tinha muitas camisas da Galoucura, por fazer parte da torcida entre 1994 a 2007, e de todas aliadas, mas dei todas elas para outras pessoas. Atualmente, tenho duas camisas da Dragões da FAO, pois alguns membros são meus amigos. Não conto camisas de torcida, agasalhos e moletons como número da coleção. São só camisas de jogo que conto. Ao todo, tenho cento e quarenta e uma camisas.

Fael Lima

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NUNCA FORAM 42 ANOS

bi conmebol NUNCA FORAM 42 ANOS

Imagem: Internet

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”

 A frase, mundialmente famosa e atribuída ao gênio da propaganda nazista, Joseph Goebbels, faz todo o sentido quando encaixada na história Atleticana. Pelo menos a da última década.

Um dos meus primeiros registros como atleticano é de 1992, no título continental da Copa Conmebol, quando o Galo bateu o Olimpia (freguês de Copas), chegando assim à sua primeira conquista internacional. Eu tinha seis anos de idade, e como já era um apaixonado por futebol, (colecionava joguinhos de botão, anotava escalações e assistia qualquer jogo que passasse) consigo me lembrar, não com detalhes, mas do foguetório e da festa por aquela conquista tão importante. A torcida comemorou, a imprensa fez sua cobertura, e o Galo guardou aquela taça em sua sala de troféus com orgulho.

Outros fatos marcantes vieram, como a tragédia de Rosario em 95, que moldou meu jeito de torcer (talvez fale disso em um outro texto) e o bi campeonato em 97, quando a competição já perdia um pouco do prestígio inicial, mas que nem por isso deixou de ser difícil. Ou algum torcedor do Lanus se esquece da quebradeira na Argentina?

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Foto: Bruno Cantini

O interessante é que após 2003, um ano totalmente favorável ao rival, começou uma onda, orquestrada não sei por quem, mas amplamente divulgada pela imprensa em geral, de que havia um jejum de títulos gigante no Atlético. A mentira foi repetida tantas vezes, que conseguiu induzir ao engano a própria torcida, que embarcou (e ainda sustenta essa versão) de que o clube de coração ficou mesmo do dia 19/12/1971 até o dia 25/07/2013 sem ganhar um título sequer. Não vou aqui entrar no mérito da discussão dos campeonatos estaduais antes da década de 90, que eram super valorizados por todos os clubes. Falar isso pra pirralho de Facebook que cresceu jogando Playstation pode parecer heresia, mas não se muda a história.

De uns tempos pra cá, certos jornalistas passaram a defender que somente títulos como a Libertadores e claro, os europeus valiam alguma coisa. Tanto que na final da Copa do Brasil de 2011 entre Coritiba e Vasco, ouvi um repórter dizer “hoje vamos saber quem vai garantir vaga na Libertadores”… porra, era um TÍTULO em disputa! E todo título, vencido dentro de campo, honestamente, tem seu valor. Por isso, devo ser o único Atleticano que tem orgulho do título de 2006, que é omitido até pelo próprio Atlético, como se quem fez parte daquela conquista, os que ajudaram o clube no pior momento de sua história, não tivessem valor algum.

Portanto, não repitam essa maldita onda midiática que fez o Atleticano acreditar que ficou 42 anos sem títulos. É MENTIRA! Desvalorizar isso, é ofender nossa memória, é jogar no lixo o trabalho sério que foi feito por profissionais para chegarem a essas conquistas. TÍTULO, não é só Brasileiro, Libertadores e Mundial. No mundo do futebol não é assim. Os jogadores não vêem assim. Os técnicos não vêem assim. Tanto que certa vez Carlos Alberto Parreira calou a boca (do “Atleticano”) Milton Neves que dizia que ele não poderia comemorar o título da série C conquistado pelo Fluminense em 99. Parreira respondeu: “Pelo contrário. Ao lado do título de 94 é o mais importante da minha carreira. Título conquistado dentro de campo, todos tem valor.” Milton não replicou e chamou os comerciais…

Falar isso agora é fácil né? Difícil era no final de 2009… http://blog.chicomaia.com.br/2009/12/17/a-arte-de-des-valorizar-titulos-%E2%80%93-replica-ao-texto-da-nilza-helena/

Leitura recomendada: http://flaviogomes.warmup.com.br/2011/04/vale-muito/

Alexandre Silva

Jornalista que fala pra quem torce

Vídeos da Massa – Atlético 2×2 Fluminense

Ronaldinho coloca na gaveta

Victor comemora segundo gol de Ronaldinho

Time entra em campo

Torcida grita o nome dos jogadores

Galo Doido puxa o bota a cara

Fael Lima

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Verdadeira Pele – Dalton Estrela

1062216 10200435198111141 3018006 n 283x300 Verdadeira Pele   Dalton Estrela

Conheço poucas pessoas que vivem para o Atlético como o Dalton Estrela. E não falo somente das ocasiões em que a bola rola, pois esse é um Atleticano que topa virar a noite soltando foguete em um hotel, passar madrugadas em uma estrada até chegar no local do jogo, desmarcar compromissos para buscar um reforço… enfim, primeiro vem o Galo, depois o resto do mundo para o Dalton. Além de ser fã das camisas que carregam nosso escudo, ele também é louco por cachecóis e faz questão de guardar e usar todos.

Perfil do Dalton no Facebook

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Qual foi sua primeira camisa do Atlético?

Dalton: Minha primeira camisa do Atlético eu ganhei do meu pai em 1986, era da Dias Sports, famoso Paraguai, mas na época era maravilhosa pra mim.

Compra as camisas logo que sai uma nova coleção ou espera até que fique a um preço acessível? 

Dalton: Atualmente compro quando gosto do modelo, mas a alguns anos atrás, só comprava na bacia das almas, no último minuto, tipo as vitórias do GALO nos últimos meses.

Tem algum xodó que você tem orgulho de mostrar? 

Dalton: A do melhor goleiro do mundo, Claudio André TAFFAREL, adquirida a pouco mais de um mês. 

Já deixou de fazer algo que queria muito para comprar uma camisa? 

Dalton: Sim, diversas vezes. Lembro que deixei de dar um presente de aniversário porque fui pra comprar o presente e vi a camisa comemorativa do GALO, a do Reinaldo em 77, na vitrine e lá mesmo ficou o dinheiro. A pessoa ficou sem o presente e tive que contar história. 

Já perdeu alguma camisa que você lamenta até hoje? 

Dalton: Sim, perdi uma camisa da Umbro de 2001, não me recordo pra quem emprestei e nunca mais devolveram. 

Qual o modelo de uniforme mais bonito que o Galo já lançou? 

Dalton: A camisa de 94 da Umbro, com patrocínio da Coca Cola pra mim foi a mais bonita. 

Quais os pontos positivos e negativos da Lupo até o momento? 

Dalton: Não destaco nenhum ponto positivo. O lado negativo é muito amplo, segue o apenas um dos contras. Novamente voltado para o lado comercial, acredito que a Lupo tentou dar um salto além do normal. Ofereceram um contrato financeiro bom ao GALO atendendo a demanda de toda a base ao profissional, porém, se esqueceu do mais importante, o Atleticano. Tenho certeza que eles não tinham noção do poder de compra da MASSA, ainda mais em um ano tão especial. Se tivessem confeccionado duzentas mil camisas antecipadamente, teriam vendido todas, só que a falta de estrutura não permitiu. Com isso, quem mais saiu perdendo foi o GALO porque o Estado é muito grande e mais de 70% das lojas de materiais esportivos que poderiam estar vendendo nem sequer receberam as camisas. 

Além dos mantos, você coleciona cachecóis. É outro vício? 

Dalton: Sim, coleciono. Comecei através do pessoal do Movimento 105 Minutos há alguns anos atrás. Ajudei na época com a compra de três cachecóis e sempre fui aos jogos com o mesmo, até surgir outros modelos. 

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Faça seu Galo na Veia e doe 20 cestas básicas

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Foto: Moacir Gaspar

Que o Sócio Torcedor tem inúmeras vantagens, você já está cansado de saber. Todo dia os números aumentam e a ajuda que só você pode dar ao clube, dentro e fora de campo, é sempre benéfica para ajudá-lo a brigar por títulos, certo?

Com o Atlético não é diferente. O  Galo na Veia diminui a ação de cambistas ao dar preferência na compra de ingressos, dá descontos em produtos e possibilita uma organização para a visita do torcedor à Cidade do Galo. Tudo graças à parceria com o programa Futebol Melhor,  onde você ganha desconto em vários produtos e em inúmeras lojas.

E é nessa onda que nós, do Cam1sa Do2e, resolvemos também ajudar da forma mais nobre possível!

O Atlético conta, hoje, com pouco mais de 24 mil sócios. E se pra você, todas as vantagens ditas acima não bastam para ser um associado ou pedir para que alguém também o seja, nós vamos te dar outro bom motivo:

O Cam1sa Do2e irá travar um verdadeiro clássico mineiro com o blog Geral do Cruzeiro e doará VINTE cestas básicas para uma instituição de caridade, caso o Galo chegue à marca de 30 mil Sócios do Futebol até o próximo de 1º de Outubro, e o faremos antes que o nosso arquirrival atinja a marca de 40 mil cruzeirenses, do contrário, eles doarão as cestas básicas. A verdade é que ninguém sai perdendo, mas ainda assim queremos ganhar!

E essa ação começa agora! Divulgaremos diariamente em nosso twitter o número de sócios do Galo até chegar ao nosso objetivo. Todos saem ganhando: o Atlético, o torcedor e uma instituição de caridade.

Lembrem-se que além da conquista da Copa Libertadores, temos a Copa do Brasil, o Brasileiro e o Mundial. Ao garantir seu Galo na Veia, você ajuda o Atlético a montar uma equipe forte. Clique aqui e faça o seu agora mesmo.  #RumoAos30Mil

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Está pago, Telê

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O relógio marcava 5h45 quando Telê Santana, o auxiliar Léo Coutinho, Nery Campos e o roupeiro Otacílio começaram a caminhada de Belo Horizonte até uma Basílica na cidade de Congonhas. O Atlético havia conquistado o Campeonato Brasileiro no dia anterior e o quarteto pagava a promessa que Telê havia feito, caso o Galo levasse a taça. Após cerca de vinte e cinco quilômetros, veio o cansaço e o grupo foi aconselhado a seguir no carro com policiais rodoviários. Telê ajoelhou-se na diante da imagem do Bom Jesus, rezou e retornou para a festa que não acabava em Belo Horizonte. Para muitos Atleticanos, a promessa não foi totalmente cumprida e nos anos seguintes, sempre que havia um momento de azar dentro de campo, a promessa era citada como motivo da bola não ter entrado.

A mesma estrada ficaria Alvinegra novamente quase quarenta e dois anos depois. Com a taça da Libertadores da América na Sede de Lourdes, Bruno, Vinny, Du, Alexandre, New, Vanusa e Sérgio partiram para uma batalha contra o asfalto, o sol, o cansaço. Sérgio dirigia uma caminhonete que levava água, isotônicos, frutas, cerveja e, obviamente, bandeiras do Galo.

1150335 506591989419389 945726306 n 300x225 Está pago, TelêLogo no início do trajeto, uma motivação a mais com a frase na porta de um comércio “Não ganha nada. Galão não guentô”. Uma frase como as tantas que motivaram nosso time. Talvez os rivais não saibam, mas eles também são responsáveis pelo título do Atlético, assim como foram responsáveis pela energia extra naquela madrugada rumo a Congonhas.

Algumas horas depois, veio o cansaço, bolhas nos pés e somente naquele momento foi possível entender o motivo de Telê Santana ter aceitado a carona até a Basílica. Então alguém lembrava a todos do sentimento quando Riascos partiu para a bola ou quando a redonda sobrou para Guilherme após um apagão. Um sentimento que funcionava como anestésico para qualquer dor.

Cinquenta e nove quilômetros e onze horas depois, as bandeiras que estavam na caminhonete puderam ser esticadas na porta da Basílica, em Congonhas. Se o título tirou um peso grande das costas de cada Atleticano, cumprir aquela promessa finda qualquer superstição quanto a Telê e deixa somente as boas lembranças de um dos maiores treinadores da história do Atlético. Quando Ferreyra driblou Victor na final, quem sabe não foi o treinador quem garantiu aquele tombo para que esse momento acontecesse?

 

As informações sobre a promessa de Telê Santana foram retiradas do excelente livro “1971 – O ano do Galo”, de Marcelo Baêta.

Clique aqui e torça com estilo!

Fael Lima

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