GALO EM FAMÍLIA – ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

Imagens: Tv Galo

 

Bastou o quadro Peneira, do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo, ir ao ar, para o nome de Juquinha ganhar todas as redes sociais. O baixinho marcou dois gols e a chance de participar de outros testes no clube.

Mesmo que não continue a vestir a camisa do Atlético por muito tempo, fica nossa torcida para que o garoto realize o sonho de seguir no futebol e se torne um grande homem.

 (ENVIE SUA FOTO PARA [email protected])

 Outras postagens do Galo em Família

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

Twitter | Facebook

Youtube 1 | Google +

DSC 0029 225x300 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃOPré Final da Libertadores 225x300 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

Primeira roupa 225x300 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO1069311 547408775316254 429382161 n 225x300 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

Rafaela Rau Wladimir 218 211x300 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃOBUD3CPLIUAAu ul 225x300 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

Maternidade 300x297 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

BU5e6IfCAAErcSJ 300x225 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

GEDC0401 300x225 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

Wlad Raul Miguel 300x211 GALO EM FAMÍLIA   ATLÉTICO NO CALDEIRÃO

ATLÉTICO NA LIBERTADORES – FAÇA PARTE DO FILME

alegria tardelli bruno cantini ATLÉTICO NA LIBERTADORES   FAÇA PARTE DO FILME

Foto: Bruno Cantini

A conquista da Libertadores mais parecia o roteiro de um filme, por isso, nada mais justo que a Massa relembrar essa história nas telonas. E o melhor, além de expectador, o Atleticano pode se tornar personagem ao contar os momentos especiais que viveu na competição.

Os responsáveis pelo filme estarão em Belo Horizonte nos próximos dias para gravar mais cenas. A cada dia aparece uma nova promessa, um novo caso de AVC pós-Tijuana ou aquele Atleticano que largou a noiva para ir aos jogos internacionais.

Não economize nas palavras. Pode ser aquela comemoração especial com seu pai, a cena da torcida do Olimpia comemorando o título no Paraguai ou o Obelisco lotado em Buenos Aires. Mande sua história para [email protected] e prepare-se para participar do filme que será forte candidato ao Oscar 2014.

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

Twitter | Facebook

Youtube 1 | Google +

VÍDEOS DA MASSA – ATLÉTICO 2X1 VASCO

Gol de Fernandinho

Gol de Ronaldinho

Tardelli quase marca de bicicleta

Embaixadores do Galo


OS 15 DA CABEÇA DE CUCA

cucabeça bruno cantini OS 15 DA CABEÇA DE CUCA

Foto: Bruno Cantini

Até pouco tempo atrás, era comum ouvir da torcida que o time do Galo estava na ponta da língua como não se via há anos. Após lesões, contratações e a venda de Bernard, ainda é possível escalar a maior parte do time sem a lista oficial antes dos jogos, apesar das cartas na manga terem aumentado. Só onze entram em campo, mas a cabeça do treinador cabe mais. Muito mais.

Não há discussão quando se fala sobre o titular da camisa um no Atlético. Talvez a maior discussão envolvendo a camisa um, seja sobre qual homenagem o dono dela merece. Mesmo sem a discussão da homenagem, outras camisas e posições também estão perto de serem conquistadas por usucapião. Assim como Victor, alguns jogadores não perdem noites de sono na dúvida se receberão o colete de titular no dia seguinte. Perceba como as olheiras de Réver, Leo Silva, Marcos Rocha, Pierre, Leandro Donizete, Ronaldinho, Tardelli e Jô estão menores.

Incomodados com as faces sem olheiras, Josué, Júnior César, Richarlyson, Emerson, Fernandinho e Dátolo começam a quebrar uma padronização nas escalações e prometem transferir as manchas escuras sobre os olhos para o treinador.

Josué pode ser considerado titular após os últimos meses. Foi mal em alguns jogos, mas se entendeu com Pierre, pegou ritmo e não quer saber se Leandro Donizete voltou. Se depender da torcida, provavelmente Donizete seguiria com a dupla ao lado de Pierre, mas Josué sabe que nem sempre Cuca segue a Massa.

O fator torcida pesa também na titularidade definitiva de Júnior César. Vaiado em vários jogos, Richarlyson talvez seja a escolha de somente uma pessoa. Só que essa pessoa tem uma prancheta na mão e atende pelo nome de Alexi Stival, também conhecido como Cuca. A concorrência pesada na zaga pode levar Emerson a disputar a lateral-esquerda. Se a chefia afirmou o mesmo nas coletivas, temos mais um ponto de interrogação no time que até então estava definido.

Fernandinho quer provar que a primeira impressão não é a que ficará. Expulso na estreia, ele se redimiu ao marcar gols e dar assistências nos jogos seguintes. Dátolo também balançou as redes, mas sua maior luta pela posição é contra o Departamento Médico.

A lista dos quinze nomes para por aí, apesar de Guilherme e Luan estarem há mais tempo na casa, a dupla corre por fora. Quem disse que o Atlético não briga por nada nesse campeonato? Até o Mundial, Cuca colocará cada camisa em uma balança e o peso da raça e do suor dirá quem estará como titular em Marrocos.

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

Twitter | Facebook

Youtube 1 | Google +

cuca 1 bruno cantini OS 15 DA CABEÇA DE CUCA

Foto: Bruno Cantini

Vídeos da Massa – Atlético 3×0 Coritiba

Primeiro gol

Segundo gol

Terceiro gol

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

Twitter | Facebook

Youtube 1 | Google +

Verdadeira Pele – Thiago de Castro

970230 371267526307434 280613581 n 156x300 Verdadeira Pele   Thiago de CastroDezembro de 2011 fez com que muitos Atleticanos falassem e agissem com um coração machucado. Muitos prometeram não ir aos estádios, outros prometeram que sequer cantariam o hino Atleticano e houve até aqueles que diziam que esqueceriam a vida ao lado do Galo daquele mês em diante. Dezembro ficou para trás e o povo voltou pro estádio cantou o hino e viveu ao lado do Galo. O Thiago de Castro continuou na arquibancada, mas seu pecado foi vender parte da coleção de camisas na época. Estava triste, decepcionado e agiu com a emoção do momento. Quando percebeu o que tinha feito, resolveu compensar e retomou a coleção com fôlego total. Confira!

Confira outras coleções

Facebook do Thiago

1148271 400912840009569 255641996 n Verdadeira Pele   Thiago de Castro

Muitos colecionadores procuram por camisas da década de 70, 80. Qual é a mais antiga da sua coleção? Thiago: Eu não tenho muito tesão pelas camisas da década de 70, porque eu prefiro as que eu vi e que acompanho o time, desde 1983. Eu tinha uma do Reinaldo que o marido da minha prima me deu, assinada por ele, de 77. Ele falava que quando falecesse, iria deixá-la no testamento pra mim. Acabou morrendo cedo e a mulher dele me deu. Uma relíquia. Mas a vendi, assim como vendi grande parte da minha coleção depois de um dos dias mais tristes da minha vida, que foi a goleada no dia 4 de dezembro de 2011. Tenho a da década de 80, de 1988, do Moacir.

1174352 400910420009811 1277592789 n 226x300 Verdadeira Pele   Thiago de CastroTem algum xodó que você demorou a conseguir, pelo modelo ou por ter uma história bacana? Thiago: Todas as minhas atuais camisas, que hoje somam 104, são meus xodós. Sou conhecido por andar sempre com camisas do Galo. Mas uma que pode ser considerada difícil e que não tinha na minha outra coleção é a do Taffarel laranja, adquirida há duas semanas atrás, na comunidade do Galo.

As mais raras podem ser usadas no dia a dia ou não saem da gaveta? Thiago: Não tenho essa de deixar de usar as mais raras. Uso todas, sem exceção. Cada dia trabalho com uma diferente. Acho que elas tem que ser apreciadas, não ficarem só em fotos e escondidas.

Existe um preço limite para pagar por uma camisa ou se encontrar alguma que procurava há muito tempo, coloca a mão no bolso sem pensar duas vezes? Thiago: Não faço nenhuma loucura para adquirir. Tenho os pés no chão, mas já paguei muito caro em algumas, tipo quinhentos reais. 1097595 400912243342962 1854360666 n 225x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro

A camisa deve ficar limpa para sempre ou o colecionador pode pegar autógrafo de jogadores? Thiago: Camisas do Galo, limpas sempre, podendo lavar com cuidado, não gosto de autógrafo de jogadores. Tenho uma com o autógrafo do Reinaldo e estou tentando apagar. Não sou fã de jogadores, e sim da instituição Clube Atlético Mineiro, meu amor maior.

A coleção aceita camisas de torcidas organizadas ou só as do time? Thiago: Não tenho mais camisas de torcidas organizadas. Tinha muitas camisas da Galoucura, por fazer parte da torcida entre 1994 a 2007, e de todas aliadas, mas dei todas elas para outras pessoas. Atualmente, tenho duas camisas da Dragões da FAO, pois alguns membros são meus amigos. Não conto camisas de torcida, agasalhos e moletons como número da coleção. São só camisas de jogo que conto. Ao todo, tenho cento e quarenta e uma camisas.

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

Twitter | Facebook

Youtube 1 | Google +

1305409 400913100009543 1734888135 n 244x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro

1174362 400911353343051 1125726883 n 232x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro1208965 400913056676214 1299135206 n 247x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro

1305432 400912996676220 2138728348 n 236x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro1232722 400910963343090 1209669493 n 300x300 Verdadeira Pele   Thiago de Castro

NUNCA FORAM 42 ANOS

bi conmebol NUNCA FORAM 42 ANOS

Imagem: Internet

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”

 A frase, mundialmente famosa e atribuída ao gênio da propaganda nazista, Joseph Goebbels, faz todo o sentido quando encaixada na história Atleticana. Pelo menos a da última década.

Um dos meus primeiros registros como atleticano é de 1992, no título continental da Copa Conmebol, quando o Galo bateu o Olimpia (freguês de Copas), chegando assim à sua primeira conquista internacional. Eu tinha seis anos de idade, e como já era um apaixonado por futebol, (colecionava joguinhos de botão, anotava escalações e assistia qualquer jogo que passasse) consigo me lembrar, não com detalhes, mas do foguetório e da festa por aquela conquista tão importante. A torcida comemorou, a imprensa fez sua cobertura, e o Galo guardou aquela taça em sua sala de troféus com orgulho.

Outros fatos marcantes vieram, como a tragédia de Rosario em 95, que moldou meu jeito de torcer (talvez fale disso em um outro texto) e o bi campeonato em 97, quando a competição já perdia um pouco do prestígio inicial, mas que nem por isso deixou de ser difícil. Ou algum torcedor do Lanus se esquece da quebradeira na Argentina?

5572746513 f136468918 z 300x276 NUNCA FORAM 42 ANOS

Foto: Bruno Cantini

O interessante é que após 2003, um ano totalmente favorável ao rival, começou uma onda, orquestrada não sei por quem, mas amplamente divulgada pela imprensa em geral, de que havia um jejum de títulos gigante no Atlético. A mentira foi repetida tantas vezes, que conseguiu induzir ao engano a própria torcida, que embarcou (e ainda sustenta essa versão) de que o clube de coração ficou mesmo do dia 19/12/1971 até o dia 25/07/2013 sem ganhar um título sequer. Não vou aqui entrar no mérito da discussão dos campeonatos estaduais antes da década de 90, que eram super valorizados por todos os clubes. Falar isso pra pirralho de Facebook que cresceu jogando Playstation pode parecer heresia, mas não se muda a história.

De uns tempos pra cá, certos jornalistas passaram a defender que somente títulos como a Libertadores e claro, os europeus valiam alguma coisa. Tanto que na final da Copa do Brasil de 2011 entre Coritiba e Vasco, ouvi um repórter dizer “hoje vamos saber quem vai garantir vaga na Libertadores”… porra, era um TÍTULO em disputa! E todo título, vencido dentro de campo, honestamente, tem seu valor. Por isso, devo ser o único Atleticano que tem orgulho do título de 2006, que é omitido até pelo próprio Atlético, como se quem fez parte daquela conquista, os que ajudaram o clube no pior momento de sua história, não tivessem valor algum.

Portanto, não repitam essa maldita onda midiática que fez o Atleticano acreditar que ficou 42 anos sem títulos. É MENTIRA! Desvalorizar isso, é ofender nossa memória, é jogar no lixo o trabalho sério que foi feito por profissionais para chegarem a essas conquistas. TÍTULO, não é só Brasileiro, Libertadores e Mundial. No mundo do futebol não é assim. Os jogadores não vêem assim. Os técnicos não vêem assim. Tanto que certa vez Carlos Alberto Parreira calou a boca (do “Atleticano”) Milton Neves que dizia que ele não poderia comemorar o título da série C conquistado pelo Fluminense em 99. Parreira respondeu: “Pelo contrário. Ao lado do título de 94 é o mais importante da minha carreira. Título conquistado dentro de campo, todos tem valor.” Milton não replicou e chamou os comerciais…

Falar isso agora é fácil né? Difícil era no final de 2009… http://blog.chicomaia.com.br/2009/12/17/a-arte-de-des-valorizar-titulos-%E2%80%93-replica-ao-texto-da-nilza-helena/

Leitura recomendada: http://flaviogomes.warmup.com.br/2011/04/vale-muito/

Alexandre Silva

Jornalista que fala pra quem torce