GALO EM FAMÍLIA – PEQUENO NARRADOR

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Uma família inteira prometeu que todos fariam tatuagens, caso o Galo conquistasse a América. Até o pai, que não era fã de tatuagem, escreveu Gallus Insannus (Galo Doido em latim) no braço.

Hoje também tem foto da filha do Matheus Rocha e os filhos do Sérgio, além do Gustavo que é filho de são paulinos, neto de santista e flamenguista, mas que escolheu gritar Galo. Para encerrar, tem a família Evangelista, o Claudinei e a irmã com o aniversariante Pedro e mais um montão de gente que eu não anotei o nome, inclusive um cachorro que agora quer ser dono do terreiro.

gustavo filho de são paulinos, neto de santista e flamenguistafilha do sérgio munck

IMG-20131114-WA0035filho do Sergio Munck

gallus Insannus q é galo doido em latim, pai, mãe e filhos

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Galo dog

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filha do Matheus Rocha Ferreira

Familia Evangelista, atelticana até doer

claudinei e a  irma josiane no aniversario do sobrinho PEDRO

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Fael Lima

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BENDITO SEA – CLUBE ATLÉTICO MINEIRO

Vídeo editado por Alexandre Silva (Twitter) – Adaptação de um comercial da Quilmes

 

O que você faria se a porta de uma máquina do tempo se abrisse à sua frente? Você voltaria para dizer a você mesmo que dias melhores estavam por vir? Uns voltariam à década de noventa, outros fariam viagens mais longas até oitenta, setenta… Encontrariam quem não estava por aqui no título para celebrar o futuro. Ficariam na porta do Mineirão naquele  5 de março de 1978 convocando a todos para o próximo jogo, pois Réver levantaria a taça.

– Louco! Quem é Réver?

Talvez a mensagem do futuro trouxesse alívio para aqueles dias em que nos perguntávamos se nunca chegaria nossa vez. Veríamos o Mineirão cantando o hino após a queda, e enquanto lágrimas escorressem em todas as faces, você abriria um sorriso ao conseguir visualizar a cobrança de Giménez.

Eu sei que você implorou por uma bola dois centímetros acima quando Dida defendeu o chute de Guilherme. Ao abaixar a cabeça, você bateria no seu próprio ombro e diria.

– Ronaldinho irá colocá-la dois dedos acima.

Dois dedos. A diferença até o topo do mundo.

Quando caímos, um Atleticano no interior de Minas pendurou um quadro em seu bar com os dizeres “Separado para o pôster do Atlético campeão do mundo”.  Caso se trate de alguém que entrou pela porta da máquina, preferia não ver o quadro.

A viagem no tempo destruiria aquela adrenalina que me deixou em choque aos 48 do segundo tempo com a defesa de Victor. Saber o final e ver Leo Silva voando nos minutos finais ou Guilherme trazendo luz à escuridão não teria o mesmo sabor.

Os fantasmas da dúvida e da descrença estão mortos. Não olhe para trás agora, mas você viajou no tempo e consegue se observar neste momento, orgulhoso por fazer parte da geração que acredita. Talvez o gol venha nos segundos iniciais ou enquanto o árbitro leva o apito em direção à boca. Não sei e prefiro esperar. Meu coração agradece.

Nós podemos. Nós acreditamos. O mundo é nosso!

E você? O que você faria se a porta de uma máquina do tempo se abrisse à sua frente?

Fael Lima

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Foto: Daniel Teobaldo (Soul Galo)
Foto: Daniel Teobaldo (Soul Galo)

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ESQUECE MEU GALO

A frase veio de um atacante do lado de lá. “Esqueçam o vizinho” – implorou o pobre jogador ao ver que em Minas dois títulos fizeram os gritos de Galo ecoar pelas janelas. Nunca entendi o motivo de uma pessoa que não torce pelo Atlético gritar Galo. Eu não grito Timão, nem Porco, nem Flu ou Yale. Grito Galo!

Acontece que ultimamente a ira rival vem crescendo e se tornando maior que o próprio clube azul. Bombas atiradas em jogadores e torcedores, além do ônibus, campanhas para divulgar uma venda imaginária da Libertadores, entre outras ações que custaram uma energia que nunca vimos nesse povo quando o assunto é arquibancada.

Pode ser que o motivo de tanto ódio nesse coraçãozinho é saber que um título nacional ficou MUITO ABAIXO do que o Atlético conquistou no ano.  Pegaram as bandeiras que tantas vezes mudou de cor e enquanto caminhavam para o centro, veio aquele gosto amargo goela abaixo, lembrando como foi épica a conquista Alvinegra.

Então quebraram a Loja do Galo da Savassi, tentaram o mesmo na Sede de Lourdes, foram até a casa de jogadores e do Presidente soltar fogos para demonstrar o rancor pelas pessoas que ofuscaram a segunda maior conquista de Minas no ano.

Os Maurícios e Patrícias colocarão a culpa nas Organizadas e voltarão para suas casas, onde o assunto futebol morre até 2023. Não perceberam, mas desde que sequer conseguiram chegar em duas das últimas quatro finais do Mineiro, nós passamos a ignorar todo o resto do Estado. Amanhã os funcionários do Atlético terão mais um dia de trabalho rumo à maior conquista da história do futebol Mineiro. Queremos o mundo e nosso mundo é o Galo.

Cá entre nós, torcedores azuis, muito obrigado pelo vandalismo que vocês vêm praticando como religião ao ver a camisa preto e branca. Primeiro, vocês motivam nossos atletas a correrem duas vezes mais. Segundo, esse sentimento mostra um cotovelo inchado, dolorido, de quem passou o ano ouvindo gritos de Galo pela madrugada. Gritos de verdadeiros Atleticanos e não esses de quem saiu para comemorar sabe se lá o quê.

Sei que é duro acabar de capinar o quintal e ver a grama tão verde do lado de cá, mas larga essa vaidade e esquece meu Galo.

Fael Lima

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