VIROU ZONA

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Foto: Centim Vicentim

Ninguém tem coragem de falar que pagou para assistir ao jogo entre Atlético e Tombense. O marido chegou em casa e quando a mulher questionou por onde ele andava até tão tarde, ele disse que estava na zona. Vai descrever noventa minutos de pura sacanagem na única zona onde ninguém cruza.

Ele prefere correr o risco, dormir no sofá, tomar uns tapas, que assumir os sessenta reais que pagou pelo ingresso. Não é mentira dizer que rolou sacanagem das grandes. A esposa terá o momento de fúria momentâneo, mas não deixará com que o homem saia de casa, pois PLANEJOU uma vida inteira. Se tomasse essa dura decisão, ela jamais pediria dica de novo marido para a vizinha por não ter bons nomes no mercado.

Hoje é dia do Atleticano recorrer aos antidepressivos que estavam guardados desde 2011. Claro que tivemos momentos ruins nesse intervalo, mas sempre com a esperança que em poucos dias tudo iria mudar, pelo time forte, firmeza nas palavras da diretoria e o conhecimento que Cuca tinha dos jogadores. Se o medicamento estiver vencido, vá ao médico e peça para dobrar a receita, pois a entrevista de Alexandre Kalil após a partida é desesperadora.

Voltei no tempo e revivi os dias de campeonato em Pingo D’água, cidade minúscula do interior de Minas, quando o Juping perdia e a gente indicava o sobrinho do açougueiro para o meio de campo.

Haja calmante! Aliás, por falar nos fármacos, a mansidão do Autuori passa a impressão que ele dobrou a receita. Técnico sem vibração na lateral do campo e um olhar vago, ou muda a postura ou muda de casa. O velho de guerra, Roberto Abras, da Itatiaia, com 430 anos de profissão, nunca ouviu tanto “dixcoordo de voicê” em uma só entrevista.

Difícil falar sobre treinador que não conheço, mas pelo jeito nem quem o contratou conhece. Sábado tem jogo e a Massa espera que os tempos de zona tenham ficado para trás.

Fael Lima

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AOS HUMANOS QUE VESTIRÃO NOSSA CAMISA

Colunistas Fael Lima2 AOS HUMANOS QUE VESTIRÃO NOSSA CAMISA

O texto a seguir não é para o Atlético ou para o Atleticano. Todos nós sabemos o que passamos desde que conhecemos o Galo e quão importante é esse momento, mas quero agora falar com as pessoas que fizeram de 2013, o melhor ano das nossas vidas.

Agradeço desde já em nome dos milhões de Alvinegros que vocês não conhecem, mas que fizeram sorrir, festejar e ter uma vida melhor, já que o Galo interfere diretamente em nosso dia a dia. Lembraremos de vocês quando deixarem o clube e também seremos lembrados pelo que fizemos nas arquibancadas.

Eu não sei até onde vai o tal profissionalismo, se ele lhes permite chorar por uma camisa ou perder uma noite de sono antes de uma decisão. Quando o ônibus do clube passa pela rua de fogo, o vidro que nos separa impede que olhemos no olho de cada um para ver qual brilha mais. A única certeza que tenho é que ali estão seres humanos de carne e osso (exceto o Ronaldinho), e a história de vida de cada um daria um livro.

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Foto: Bruno Cantini

Vocês chegaram até aqui porque são os melhores. Não deve ter sido fácil para o Pierre treinar com o celular no short, enquanto a filha estava na UTI, assim como os olhares que Ronaldinho dava para o telefone com a mãe em tratamento contra o câncer. O medo de Gilberto Silva ao deixar o interior, ainda jovem, para uma nova vida, a desconfiança do mundo sobre Jô, Guilherme, Marcos Rocha se tornou certeza graças ao suor que cada um deixou no trabalho. Aprenderam a mágica de transformar os problemas em combustível.

A saudade que o Réver sentiu de tantas pessoas quando morou na Europa talvez não seja tão intensa quanto a saudade que Luan sentiu do pai que não teve ou da vó que lhe criou, mas o deixou ainda jovem. A essência do sentimento é a mesma. Vocês são iluminados, mas correram muito em direção a essa luz. Antes de provar que batiam forte, suportaram as pancadas e por isso se identificaram tanto com essa camisa Alvinegra. Vocês se parecem com o povo que canta o hino após uma queda e isso gera uma força sobrenatural para continuar a caminhada.

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Foto: Bruno Cantini

O fundo do poço pode ter chegado para cada um de vocês, mas centímetro a centímetro, todos se agarraram nas paredes e do fundo do poço, chegaram ao topo do mundo. Mais que adversários de camisas vermelhas, listradas ou brancas, diante de vocês estarão os dias em que nada deu certo, a dificuldade pessoal ou profissional que quase te levou a nocaute, mas que recuou e agora irá tremer diante da sua sede de vitória.

Nós nunca nos imaginamos vencendo os fracos. Sempre que a cabeça toca o travesseiro e nos imaginamos em momentos de glória, são os gigantes que visualizamos caindo diante dos nossos pés.
Vocês tem a chance de enfrentar os gigantes e tornar realidade o que os travesseiros da vida levaram até suas cabeças e corações. Se eu pudesse escolher vinte e três pessoas para representar o Atlético do outro lado do mundo, escolheria vocês, pois vocês são os melhores.

Pra cima deles!

Fael Lima

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ESQUECE MEU GALO

Colunistas Fael Lima2 ESQUECE MEU GALO

A frase veio de um atacante do lado de lá. “Esqueçam o vizinho” – implorou o pobre jogador ao ver que em Minas dois títulos fizeram os gritos de Galo ecoar pelas janelas. Nunca entendi o motivo de uma pessoa que não torce pelo Atlético gritar Galo. Eu não grito Timão, nem Porco, nem Flu ou Yale. Grito Galo!

Acontece que ultimamente a ira rival vem crescendo e se tornando maior que o próprio clube azul. Bombas atiradas em jogadores e torcedores, além do ônibus, campanhas para divulgar uma venda imaginária da Libertadores, entre outras ações que custaram uma energia que nunca vimos nesse povo quando o assunto é arquibancada.

Pode ser que o motivo de tanto ódio nesse coraçãozinho é saber que um título nacional ficou MUITO ABAIXO do que o Atlético conquistou no ano.  Pegaram as bandeiras que tantas vezes mudou de cor e enquanto caminhavam para o centro, veio aquele gosto amargo goela abaixo, lembrando como foi épica a conquista Alvinegra.

Então quebraram a Loja do Galo da Savassi, tentaram o mesmo na Sede de Lourdes, foram até a casa de jogadores e do Presidente soltar fogos para demonstrar o rancor pelas pessoas que ofuscaram a segunda maior conquista de Minas no ano.

Os Maurícios e Patrícias colocarão a culpa nas Organizadas e voltarão para suas casas, onde o assunto futebol morre até 2023. Não perceberam, mas desde que sequer conseguiram chegar em duas das últimas quatro finais do Mineiro, nós passamos a ignorar todo o resto do Estado. Amanhã os funcionários do Atlético terão mais um dia de trabalho rumo à maior conquista da história do futebol Mineiro. Queremos o mundo e nosso mundo é o Galo.

Cá entre nós, torcedores azuis, muito obrigado pelo vandalismo que vocês vêm praticando como religião ao ver a camisa preto e branca. Primeiro, vocês motivam nossos atletas a correrem duas vezes mais. Segundo, esse sentimento mostra um cotovelo inchado, dolorido, de quem passou o ano ouvindo gritos de Galo pela madrugada. Gritos de verdadeiros Atleticanos e não esses de quem saiu para comemorar sabe se lá o quê.

Sei que é duro acabar de capinar o quintal e ver a grama tão verde do lado de cá, mas larga essa vaidade e esquece meu Galo.

Fael Lima

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AOS ADVERSÁRIOS DO GALO, MEUS SENTIMENTOS

apoio a dt bruno cantini AOS ADVERSÁRIOS DO GALO, MEUS SENTIMENTOS

Foto: Bruno Cantini

O futebol é um palhaço. Deixou para fechar a tampa do caixão do Náutico no Dia de Finados em um local onde reina a lenda que ninguém sai vivo. O temido Horto.

Não importa se era o Barcelona ou o lanterna do campeonato, foi muito bom rever Tardelli comemorando um gol, Réver e Guilherme em campo, aquelas meninas bonitas do Galo na Veia e mais uma baderna de Fernandinho nas zagas adversárias.

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Foto: Bruno Cantini

Cuca sabe o que faz, por isso testou peças na hora certa. Só errou ao não poupar Victor em jogos assim. Nem precisava de substituto, o gol podia ficar abandonado como o setor destinado à torcida adversária. Saí cinco minutos mais cedo e encontrei um dos cinco torcedores do Náutico em frente ao portão dez. Tentei puxar assunto citando a falta que o time sente dos Aflitos ou do trabalho do técnico Gallo, mas o senhor só queria falar do Atlético. Se é pra cair, que seja diante do campeão da América.

Os cinco minutos que perdi quase me custaram um gol de Pierre. Perder de goleada e com gol do Pierre é como alguém deixar de jogar flores quando o caixão desce para urinar no pobre moribundo. Não era hora, por isso o gol do pitt-bull AINDA não aconteceu. Virá no momento certo.

O campeonato segue para planejarmos mais uma degola. Como um frio serial-killer, olho para a tabela e vejo o Fluminense, treinado por um amante do pôquer, como uma vítima perfeita.

Pena dos que caem no Horto? Tenho pena somente dos que não foram apoiar o Atlético no Independência. Meus pêsames.

Fael Lima

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NUNCA FORAM 42 ANOS

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Imagem: Internet

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”

 A frase, mundialmente famosa e atribuída ao gênio da propaganda nazista, Joseph Goebbels, faz todo o sentido quando encaixada na história Atleticana. Pelo menos a da última década.

Um dos meus primeiros registros como atleticano é de 1992, no título continental da Copa Conmebol, quando o Galo bateu o Olimpia (freguês de Copas), chegando assim à sua primeira conquista internacional. Eu tinha seis anos de idade, e como já era um apaixonado por futebol, (colecionava joguinhos de botão, anotava escalações e assistia qualquer jogo que passasse) consigo me lembrar, não com detalhes, mas do foguetório e da festa por aquela conquista tão importante. A torcida comemorou, a imprensa fez sua cobertura, e o Galo guardou aquela taça em sua sala de troféus com orgulho.

Outros fatos marcantes vieram, como a tragédia de Rosario em 95, que moldou meu jeito de torcer (talvez fale disso em um outro texto) e o bi campeonato em 97, quando a competição já perdia um pouco do prestígio inicial, mas que nem por isso deixou de ser difícil. Ou algum torcedor do Lanus se esquece da quebradeira na Argentina?

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Foto: Bruno Cantini

O interessante é que após 2003, um ano totalmente favorável ao rival, começou uma onda, orquestrada não sei por quem, mas amplamente divulgada pela imprensa em geral, de que havia um jejum de títulos gigante no Atlético. A mentira foi repetida tantas vezes, que conseguiu induzir ao engano a própria torcida, que embarcou (e ainda sustenta essa versão) de que o clube de coração ficou mesmo do dia 19/12/1971 até o dia 25/07/2013 sem ganhar um título sequer. Não vou aqui entrar no mérito da discussão dos campeonatos estaduais antes da década de 90, que eram super valorizados por todos os clubes. Falar isso pra pirralho de Facebook que cresceu jogando Playstation pode parecer heresia, mas não se muda a história.

De uns tempos pra cá, certos jornalistas passaram a defender que somente títulos como a Libertadores e claro, os europeus valiam alguma coisa. Tanto que na final da Copa do Brasil de 2011 entre Coritiba e Vasco, ouvi um repórter dizer “hoje vamos saber quem vai garantir vaga na Libertadores”… porra, era um TÍTULO em disputa! E todo título, vencido dentro de campo, honestamente, tem seu valor. Por isso, devo ser o único Atleticano que tem orgulho do título de 2006, que é omitido até pelo próprio Atlético, como se quem fez parte daquela conquista, os que ajudaram o clube no pior momento de sua história, não tivessem valor algum.

Portanto, não repitam essa maldita onda midiática que fez o Atleticano acreditar que ficou 42 anos sem títulos. É MENTIRA! Desvalorizar isso, é ofender nossa memória, é jogar no lixo o trabalho sério que foi feito por profissionais para chegarem a essas conquistas. TÍTULO, não é só Brasileiro, Libertadores e Mundial. No mundo do futebol não é assim. Os jogadores não vêem assim. Os técnicos não vêem assim. Tanto que certa vez Carlos Alberto Parreira calou a boca (do “Atleticano”) Milton Neves que dizia que ele não poderia comemorar o título da série C conquistado pelo Fluminense em 99. Parreira respondeu: “Pelo contrário. Ao lado do título de 94 é o mais importante da minha carreira. Título conquistado dentro de campo, todos tem valor.” Milton não replicou e chamou os comerciais…

Falar isso agora é fácil né? Difícil era no final de 2009… http://blog.chicomaia.com.br/2009/12/17/a-arte-de-des-valorizar-titulos-%E2%80%93-replica-ao-texto-da-nilza-helena/

Leitura recomendada: http://flaviogomes.warmup.com.br/2011/04/vale-muito/

Alexandre Silva

Jornalista que fala pra quem torce

A Massa perde um amigo

galo julio 1 A Massa perde um amigo

Imagem: Internet

Desde criança, quando morava no interior, gostava de ler as histórias sobre um tal de “Júlio, o mais amigo”. Entre os casos preferidos, estão a ocasião em que ele doou uma bandeira gigante para cobrir o gramado antes da vitória sobre a Seleção Brasileira, em 1969, e a caravana com milhares de Atleticanos que invadiram o Rio de Janeiro dois anos depois, na conquista do Campeonato Brasileiro de 1971.

Júlio viveu para o Atlético. Garantia a festa nos estádios de Belo Horizonte com a Charanga que ele sempre teve um carinho especial. É possível ver frutos de sua dedicação ainda hoje, quando o Galo vence e a Charanga começa um carnaval na porta do estádio. O empresário e dono de um conhecido armazém da capital naquela época, não ficava somente na arquibancada. Sempre que possível, Júlio colocava dinheiro do próprio bolso para pagar bichos ou ajudar na renovação de contratos dos jogadores. O Atleticano nunca se arrependeu, pois era daqueles apaixonados que colocavam o sentimento acima de qualquer cifra.

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Júlio chega a BH com a taça de campeão Brasileiro. / Imagem: Internet

Quando me mudei para Belo Horizonte e comecei uma vida intensa de arquibancada ao lado do Atlético, fiz uma lista de ações que pretendia colocar em prática. Entre as primeiras, sonhava em entrevistar o Júlio, pessoa que eu via como um símbolo da nossa torcida. Consegui seu endereço e por duas vezes cheguei a pegar o telefone para fazer o pedido de entrevista. Não cheguei a discar os números. Decidi esperar pelo momento em que eu teria equipamentos para produzir um material à altura daquele personagem de tantas páginas na centenária história Alvinegra. Se pudesse voltar no tempo, discaria aqueles números somente para dizer “Alô, Júlio? Sou seu fã!”.

Uma semana após a final da Libertadores, Júlio Firmino da Rocha foi diagnosticado com um câncer linfático. Um mês após a conquista, a Charanga tocou o hino do Galo no Cemitério Parque da Colina. Muitos Atleticanos não sabem, mas no dia 26 de agosto de 2013, perdemos um amigo, o mais amigo.

 

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Está pago, Telê

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O relógio marcava 5h45 quando Telê Santana, o auxiliar Léo Coutinho, Nery Campos e o roupeiro Otacílio começaram a caminhada de Belo Horizonte até uma Basílica na cidade de Congonhas. O Atlético havia conquistado o Campeonato Brasileiro no dia anterior e o quarteto pagava a promessa que Telê havia feito, caso o Galo levasse a taça. Após cerca de vinte e cinco quilômetros, veio o cansaço e o grupo foi aconselhado a seguir no carro com policiais rodoviários. Telê ajoelhou-se na diante da imagem do Bom Jesus, rezou e retornou para a festa que não acabava em Belo Horizonte. Para muitos Atleticanos, a promessa não foi totalmente cumprida e nos anos seguintes, sempre que havia um momento de azar dentro de campo, a promessa era citada como motivo da bola não ter entrado.

A mesma estrada ficaria Alvinegra novamente quase quarenta e dois anos depois. Com a taça da Libertadores da América na Sede de Lourdes, Bruno, Vinny, Du, Alexandre, New, Vanusa e Sérgio partiram para uma batalha contra o asfalto, o sol, o cansaço. Sérgio dirigia uma caminhonete que levava água, isotônicos, frutas, cerveja e, obviamente, bandeiras do Galo.

1150335 506591989419389 945726306 n 300x225 Está pago, TelêLogo no início do trajeto, uma motivação a mais com a frase na porta de um comércio “Não ganha nada. Galão não guentô”. Uma frase como as tantas que motivaram nosso time. Talvez os rivais não saibam, mas eles também são responsáveis pelo título do Atlético, assim como foram responsáveis pela energia extra naquela madrugada rumo a Congonhas.

Algumas horas depois, veio o cansaço, bolhas nos pés e somente naquele momento foi possível entender o motivo de Telê Santana ter aceitado a carona até a Basílica. Então alguém lembrava a todos do sentimento quando Riascos partiu para a bola ou quando a redonda sobrou para Guilherme após um apagão. Um sentimento que funcionava como anestésico para qualquer dor.

Cinquenta e nove quilômetros e onze horas depois, as bandeiras que estavam na caminhonete puderam ser esticadas na porta da Basílica, em Congonhas. Se o título tirou um peso grande das costas de cada Atleticano, cumprir aquela promessa finda qualquer superstição quanto a Telê e deixa somente as boas lembranças de um dos maiores treinadores da história do Atlético. Quando Ferreyra driblou Victor na final, quem sabe não foi o treinador quem garantiu aquele tombo para que esse momento acontecesse?

 

As informações sobre a promessa de Telê Santana foram retiradas do excelente livro “1971 – O ano do Galo”, de Marcelo Baêta.

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Fael Lima

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