Cegos, surdos e loucos

Bater na tecla de erros de arbitragem não é desviar o foco de um time fraco. O Atlético de 2011 foi montado com um amadorismo assustador e não podemos dizer que estamos na atual situação somente por erros de arbitragem.

Porém, também não podemos ignorar o que vem acontecendo nos jogos do Galo, não só no Brasileiro, mas em outras competições, como a eliminação da Copa do Brasil por um erro do árbitro Pathrice Wallace Correia Maia. A esperança que tudo seria diferente no Brasileiro, ofuscou o erro, mas o pesadelo continuou.

Pênaltis, gols, cartões, entre outros lances que decidem uma partida, quase sempre anotados contra o Atlético, e muitas vezes de forma equivocada, momentos decisivos somados a outros que não ganham tanto destaque. Quantas faltas invertidas no meio-campo, pressão sobre os jogadores, critérios diferentes, ausência de autoridade somente para um lado, entre outros fatores que aparecem a cada jogo, mas não são mostrados em tira-teimas, pois, teoricamente, não influenciaram diretamente no resultado da partida.

Contra o Flamengo vimos mais um exemplo desse cenário. O time carioca distribuía pancadas, enquanto Paulo César ignorava, porém bastava que o meia da mídia rubro-negra recebesse uma marcação mais forte, para que o apito viesse à boca e o cartão subisse aos céus. Paulo César começou bem a carreira, mas vão aposentando os Simon’s e novos nomes precisam surgir. Hoje esse é um dos juízes que faz arrepiar a coluna ao ser escalado em jogos que interessem ao Galo.

E o Presidente Alexandre Kalil fica de mãos amarradas diante da censura que existe na CBF. Reclamar publicamente pode lhe render suspensões, como tantas vezes aconteceu. Quando tentou mudar tudo, entrou em briga de cachorro grande, teve coragem, mas a omissão e covardia dos outros presidentes foi o aval para que a desorganização continuasse.

Placar Real

O site Placar Real mostra detalhadamente esse mundo obscuro do futebol. Há uma tabela no portal que exibe a situação atual do Campeonato Brasileiro e como ele estaria, caso os árbitros não tivessem errado tanto contra uns e favorecido tanto os outros.

Classificação do Brasileiro

Como estaria a classificação do Brasileiro sem os erros dos árbitros

Em outra aba do site, chamada de “favorecimômetro”, há um ranking dos times favorecidos e prejudicados. Antes do campeonato, alguns temiam que a Rede Globo e a CBF pudessem prejudicar o Atlético nas arbitragens, pois o alvinegro foi o último a acertar seus direitos de transmissão com a emissora de tv, além de liderar o grupo que era a favor do Clube dos 13. Se isso está acontecendo, esqueceram de avisar aos interessados que Inter e São Paulo, dois times que também defenderam o Clube dos 13, estão entre os quatro mais favorecidos.

7 mais favorecidos

5 mais prejudicados

*Botafogo e Corinthians estão zerados

Quem vai sempre aos estádios sabe que, se o trio de arbitragem entra em campo para aquecimento, a Massa inicia uma vaia. O jogo ainda não começou, mas o atleticano vive uma guerra fria com essa “espécie” do futebol que parece não ter fim. Volto a repetir que não podemos esquecer a qualidade baixa do atual time, mas lutar contra o rebaixamento diante de onze adversários e um trio de arbitragem não será tarefa fácil.

Perdemos títulos, classificações e temporadas inteiras escaparam entre nossos dedos por mãos de árbitros com nomes diferentes, mas com o mesmo caráter. E o tapa na cara ainda é maior ao vermos que muitos comentam transmissões esportivas.

Se vamos escapar do rebaixamento, não há como prever, mas no returno ficaremos de olho na tabela, nos adversários e, principalmente, nos apitos. Chegou a hora de esquentar essa guerra fria.

ABRAÇO NAÇÃO!

Fael Lima

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*Imagens: Site Placar Real e internet

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Galo em segundo plano (PARTE 2)

A primeira parte, em que citamos esse caminho (reversível) para o qual a Massa caminha a passos largos, deixando o Galo em segundo plano, foi baseada em cima de fatos que milhões podem ver e comprovar a cada jogo, simplesmente ao comparar as cenas da torcida no passado e atualmente.  Porém, a segunda parcela não é tão fácil descrever, já que se baseia, na maior parte, em teorias e ações de terceiros que não são tão expostas na mídia, como as ações das torcidas.

Falo dos dirigentes que vivem nos bastidores do Atlético, que, assim como os torcedores, colocam vontades e grupos pessoais à frente do bem do Galo. Não falo do presidente Alexandre Kalil, pois esse é um peixe diante de um oceano gigante.

Situação e oposição no Atlético tornaram-se algo homogêneo, impossível diferenciar. Talvez o presidente esteja farto de toda essa situação, mas anunciou novamente essa reeleição durante a semana, simplesmente para que um balde de água fria caia sobre os poucos conselheiros que iniciavam um movimento para as eleições que acontecem no fim do ano. Diante de uma péssima sequência em campeonatos sul-americanos, nacionais e estaduais, o tal amor pela bandeira falaria mais alto se esse assumisse que tornou-se refém de um círculo vicioso. Se manter o atual time após a temporada, receberá críticas por insistir no erro. Caso dispense a maioria, iniciará novamente aquilo que tem marcado sua gestão – Contratações no atacado.

E o presidente não planeja como vai aproximar o torcedor do clube, não olha para trás e vê que errou ao dar carta branca para que Maluf coordenasse o Galo de ponta a ponta nos últimos meses. Kalil só não quer que a oposição assuma o Galo.

E que oposição é essa? Manfredo Palhares? Tsc… Tsc… Tsc… Muito se vê dele quando o Atlético está na pior, mas nunca aparece para aplaudir quando há algo de bom. Talvez nem conheça o significado da palavra “bom”, já que só ouvimos dele o que precisa mudar.

Há ainda os boatos de bastidores que chegam a apontar o deputado Marques como candidato, com o apoio de seu partido, que cuidaria da persuasão aos conselheiros. A tentativa alavancaria seus votos, o que é importante no país do coeficiente eleitoral. Falo tentativa, pois nada derruba o conselho pró-Kalil. Não há chance alguma, mas o espaço temporário nos jornais sobre as tentativas, um ano antes de eleições, faz conhaque de alcatrão se passar por catraca de canhão.

Perceberam como passamos pela pior fase da nossa história e a preocupação dos bastidores é baseada em ter o poder do Atlético, que a essa altura está abandonado (pela torcida e dirigentes)?

Todos sabem da capacidade dos funcionários do Kalil em atraírem investimentos e investir na estrutura do clube, trazendo um retorno futuro. Não é preciso lembrar da identidade de um ídolo como Marques com o Galo. Porém, ninguém percebe que se continuarmos com o Galo em segundo plano, não haverá nada para administrar e a cada geração os ídolos desaparecerão.

Sentir saudades de Paulo Cury é um absurdo que tem acontecido, e não é saudável desejar o que não é bom. Isso é o básico da vida.

O Atlético e o atleticano precisam sentir saudades do que ainda não existiu e esquecer o que deu errado. A divisão que atingiu a administração, a torcida e os jogadores pode alastrar-se e tomar um caminho que talvez não tenha volta.

Ou mudamos agora, ou não haverá nada para mudar amanhã. O atleticano que acorda pensando no Galo e encosta sua cabeça no travesseiro sonhando por dias melhores mostrará que realmente quer o bem para o clube e lutará por ele.

As torcidas organizadas querem integrantes? Que conquistem primeiros os atleticanos. Todos estão certos em planejarem as organizadas como empresa que se tornaram no atual século, mas que hajam com o profissionalismo de uma empresa. E, se realmente assumirem essa postura, não abandonem seus acionistas, como fez a presidência do Atlético.

Aos dirigentes, conselheiros e estrategistas, se conseguirem voltar no tempo e lembrarem dos tempos em que eram atleticanos de camisa alvinegra, e não de um belo terno, pensem o que os jovens achariam do atual Atlético e o que fariam para mudar.

E você, que lê essas palavras, comece esse movimento. Coloque o Atlético novamente em primeiro plano para que tenhamos essa instituição, que é a paixão de milhões de pessoas, para sempre.

O Galo ainda é um time de primeira, mas precisamos colocá-lo em primeiro lugar. O impossível sempre foi nosso maior rival e chegou a hora de vencê-lo mais uma vez. Vai pra cima dele Massa!

ABRAÇO NAÇÃO!

Fael Lima

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*Imagem: Internet

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Galo em segundo plano (PARTE 1)

Hoje não postaremos os vídeos dos jogos do Atlético, como a Massa está acostumada a ver no Cam1sa Do2e, semanalmente. O ideal é registrar o que acontece na Massa e repassar aos que não puderam ir, por diversos motivos. É preciso guardar coisas boas, eternizar bons momentos da nação alvinegra para essa e as futuras gerações. A filmadora estava preparada, a torcida animada e um clássico pela frente. Era para ser uma festa bonita, mas havia algo no ar que me fez ficar afastado até o jogo começar.

E não errei. Após alguns foguetes, correria entre policiais e chegava a informação que eu torcia para que não acontecesse. Briga entre torcidas do Atlético fora do estádio. Tudo aquilo vai muito além de apoiar ou não a diretoria atleticana, estar em espaço ‘x’ ou ‘y’ no estádio. Um assunto muito extenso para ser detalhado aqui, então limitaremos à discussão do que aconteceu na Arena do Jacaré.

Antes precisamos voltar ao ano de 2005 e os 3 gols do Fortaleza em 5 minutos. Uma cena que me fez colocar a cabeça entre os joelhos e perguntar o que estava acontecendo naquele momento. Achei que a identidade atleticana não seria a mesma na série B. Vencemos segunda divisão, a torcida saiu mais forte e derrubou ainda um centenário frustrante.

A tarde desse domingo, 28 de agosto de 2011, me fez mais uma vez abaixar a cabeça e ter a sensação que a Massa não será mais a mesma. Do outro lado estava o Cruzeiro, mas a rivalidade era atleticana. Poucos se preocupavam em pressionar o rival. Às torcidas, que ainda travavam uma batalha de gestos e indiretas nas músicas, somavam atleticanos (que não são de torcidas organizadas) que discutiam com outros atleticanos pelas coisas mais simples. Decidi que não valia à pena registrar nada daquilo e, pela primeira vez, tive vontade sair da arquibancada e não voltar mais.

Criticar os jogadores atleticanos passou a ser mais importante que deixar o adversário irritado. Caramba! Era a camisa azul do outro lado e na arquibancada de atleticanos havia um mar morto.

Vestígios da briga extra-campo ainda rodavam pelos corredores. Instrumentos quebrados, roupas rasgadas, e o pior, a promessa de alguns que aquilo não terminava ali. Essa narrativa poderia citar ainda a frase dita por um dos envolvidos na briga, que exigia a retirada de uma faixa da grade, para que outra fosse amarrada no local, mas tão nojentas foram as palavras, que lhes pouparei, apesar de que a citação comprova a preocupação a que me refiro.

Uma preocupação onde, finalmente, o conjunto de resultados ruins, jogadores péssimos, rixa entre torcidas e um estádio sem força para que a influência da torcida ajude a chegarmos ao impossível – UMA TORCIDA COMUM.

Parecia um termo impossível há alguns anos atrás, mas hoje não estamos longe disso. Aquele poder de conquistar novos atleticanos pelo show nas arquibancadas, enquanto as taças não vinham nos gramados. Eu sou a prova viva que a Massa converteu inclusive filhos de cruzeirenses, pelo show, até então, garantido a cada jogo.

Antes de sonharmos com o Atlético de volta ao primeiro plano do cenário futebolístico brasileiro, precisamos voltar a colocá-lo em primeiro plano nas nossas ações. Falo nossas, pois a Massa é um todo (ou era). Independente de quem administra o Clube Atlético Mineiro, independente de quem veste essa camisa, acima de qualquer outra atitude ou símbolo, ali está o escudo do Galo e isso basta.

Chegamos ao absurdo de atleticanos torcerem contra, simplesmente para afirmarem que já previam a péssima escolha do técnico, presidente, jogador. A vaidade, que não nos pertence, nos contamina!

Que as torcidas organizadas provem que realmente estão conosco e mudem suas atitudes pelo bem do Galo. Que a diretoria atleticana planeje uma proximidade do torcedor com o Clube, o que hoje não existe. Que o atleticano vá ao estádio para lutar até o fim pelo Galo, e só pelo Galo.

Ou tudo isso acontece HOJE, com o Galo em primeiro plano, ou torçam para que a velhice não lhes roube a memória, para que possam lembrar-se dos dias em que fizemos a diferença nos estádios. Triste, mas real.

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Fael Lima

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O freguês pagará

Cada dia vivido com um nó na garganta, cada noite mal dormida após as derrotas, por cada ponto perdido no último minuto. Anotei também os dias de raiva, quase uma ira, os dias em que quase abandonei, as tardes em que o desânimo quis derrubar a paixão, mas não conseguiu.

Espero não ter esquecido nada, pois esse é o jogo para colocar as contas na ponta da caneta. Se há alguém nesse mundo que pode pagar pelos dias ruins, pela incompetência de um ou outro que entrou em campo, pela sorte que não aparece há algum tempo, esse alguém é o time azul, que me traz o maior, de todos os dilemas. Por mais que eu pense que o mundo não precisa de uma camisa azul, de forma alguma eu queria que essas entrassem em extinção, já que só ela pode fazer esse acerto de contas num domingo à tarde, levando de 2, de 3, de 4….

É provável que antes do jogo a camisa alvinegra pague, mas com uma mordida de tensão, de quem espera que a partida comece logo. Uma camisa louca para girar no ar, enquanto os versos “uma vez até morrer” se espalham pelos quatro cantos.

As curvas do caminho que leva até o estádio também serão encaradas como adversário. O carro passa pela ponta, dribla três, para finalmente avistar o gol, que nesse caso é a ponta do estádio. O filho no banco de trás vibra!

O radinho… esse sempre paga, preso ao ouvido e recebendo a culpa por cada bola que não entrou. Quando não há camisa azul, há muita gente para pagar, mas chega uma hora em que peço a uma mariposa que voe até o freguês preferido e o convoque para matar a saudade.

Então paga, camisa azul. Desfrute dessa honra em ser conhecido internacionalmente como o freguês que paga os juros com gol de costas, gol por cobertura, virada histórica, criando ídolos.

Se um sorriso abrir-se nas arquibancadas, é uma cifra a mais nesse cofre do nosso orgulho (que não é vaidade). E brindaremos após a partida, certos que se cada cliente fosse como você, de camisa azul, que, mesmo frouxo, paga as contas em dia, viveríamos num mundo futebolístico melhor.

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Fael Lima

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Ipatingão é do Galo

Depois de um longo inverno, os vídeos com gols especiais voltaram. O tema de hoje é o ‘Ipatingão’, ou ‘Lamegão’

O estádio, que já foi palco de um histórico seis a um no Flamengo, costuma trazer sorte para o Galo, como mostram os números. São 30 jogos e somente 5 derrotas, com 28 gols de saldo.
A maior sequência sem marcar gols, foi justamente após a goleada no rubro-negro. Foram 4 jogos de seca, talvez para compensar tantos gols em uma só partida. Porém, depois dessa sequência, o Galo nunca mais saiu do Ipatingão sem um golzinho, pelo menos.

Em 2010, Luxemburgo achou que o Ipatingão traria novos ares ao time e disputou alguns jogos do Brasileiro em Ipatinga. Bastaram duas derrotas, uma derrota para o Palmeiras e uma para o São Paulo, para que o time voltasse para a Arena do Jacaré.

E os ares de Ipatinga, apesar de acizentado pelas fábricas e indústrias, agradaram também Dorival Junior, que pretende continuar com os jogos por lá. Se for para o bem do Atlético, que assim seja, afinal o Ipatingão é do Galo!

Números do Ipatingão:

Jogos: 30

Vitórias:17 / Empates: 8 /Derrotas: 5

GP: 57 / GC: 29 / SG: +28
Média de gols: 1,9

Lista dos gols presentes no vídeo:

Cruzeiro 1×2 Atlético – Mineiro 1996 (Ézio 2)

Ipatinga 1×4 Atlético – Mineiro 2000 (Marques, Ramon, Guilherme e Gilberto Silva)

Atlético 1×1 Cruzeiro – Sul Minas 2001 (Guilherme)

Atlético 2×0 Fortaleza – Brasileiro 2003 (Enrico e Alex Alves)

Atlético 3×2 Goiás – Brasileiro 2003 (Renato, Luís Alberto e Alex)

Atlético 2×1 Ipatinga – Mineiro 2004 (André Luís e Renato)

Atlético 6×1 Flamengo – Brasileiro 2004 (Zé Antônio, Márcio Mixirica,Renato, Wagner e Alex Mineiro 2)

Atlético 2×3 Ipatinga – Brasileiro 2008 (Renan Oliveira e Leando Almeida)

Atlético 3×0 Social – Mineiro 2009 (Tardelli 2 e Éder Luís)

Atlético 2×2 América mg – Mineiro 2010 (Zé Luís e Carlos Alberto)

Atlético 2×1 Democrata – Mineiro 2010 (Tardelli e Renan Oliveira)

Ipatinga 2×3 Atético – Mineiro 2010 (Diego Tardelli e Muriqui (2))

Atlético 1×0 Grêmio Prudente – Sul-Americana 2010 (Ricardinho)

Atlético 3×1 Guarani – Brasileiro 2010 (Tardelli 2 e Obina)

Atlético 2×3 São Paulo – Brasileiro 2010 (Obina 2x)

Atlético 1×2 Palmeiras – Brasileiro 2010 (Neto Berola)

Ipatinga 2×2 Atlético – Mineiro 2011 (Neto Berola e Renan Oliveira)

Atlético 1×2 Vasco – Brasileiro 2011 (Magno Alves)

Atlético 1×0 Fluminense – Brasileiro 2011 (André)

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Números na mira: Guilherme x Tardelli

(Guilherme) Período: 1999/2002 – 2003

(D. Tardelli) Período: 2009/2011

(Guilherme) Jogos: 205

(D. Tardelli) Jogos: 114

(Guilherme) Vitórias/Empates/Derrotas: 99/46/60

(D. Tardelli) Vitórias/Empates/Derrotas: 56/23/35

(Guilherme) Gols: 139

(D. Tardelli) Gols: 73

(Guilherme) Média de gols por partida: 0,678

(D. Tardelli) Média de gols por partida: 0,614

(Guilherme) Artilharias: C.B. 1999 – C.M. 2001/2003 – C.SM. 2002

(D. Tardelli) Artilharias: T.V. 2009 – C.M.  2009 – C.B. 2009

(Guilherme) Título: Campeão Mineiro 2000

(D. Tardelli) Título: Campeão Mineiro 2010

(Guilherme) *Aproveitamento: 55,77%

(D. Tardelli) *Aproveitamento: 55,68%

(Guilherme) Clássico x Cruzeiro (Jogos/Vitórias/Empates/Derrotas): 16/4/7/5

(D. Tardelli) Clássico x Cruzeiro (Jogos/Vitórias/Empates/Derrotas): 9/3/1/5

(Guilherme) Gols no clássico x Cruzeiro: 9

(D. Tardelli) Gols no clássico x Cruzeiro: 6

(D. Tardelli) *Aproveitamento: 55,68%

(Guilherme) Jogos pela Seleção Brasileira: 6**

(D. Tardelli) Jogos pela Seleção Brasileira: 5**

Siglas:

C.B. – Campeonato Brasileiro

C.M. – Campeonato Mineiro

C.SM. – Copa Sul-Minas

T.V. – Torneio Verano

*Considerando 3 pontos por vitória e 1 ponto por empate nas partidas disputadas.

**Jogando pelo Atlético.

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Fael Lima

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Banca da Bola – Leonardo Silva

Nome completo: Leonardo Fabiano da Silva e Silva

Data de nascimento: 22/06/1979 (31 anos)

Local de nascimento: Rio de Janeiro (RJ)

Altura: 1,92m

Peso: 80kg

Clubes: América-RJ (1997/2001), Brasiliense (2002/2003), Bahia (2004), Palmeiras (2005), Portuguesa (2006), Juventude (2007), Al-Qahda (2007/2008), Vitória (2008), Cruzeiro (2009/2010)

Títulos: Campeonato Brasiliense (2002), Campeonato Brasileiro Série C (2002), Campeonato Baiano (2008), Campeonato Mineiro (2009)

Seleção:

Curiosidade: Segundo o ex-clube do jogador, o atleta deveria ficar mais alguns meses no clube, alegando uma cláusula onde o jogador ‘pagaria’ os meses em que ficou em tratamento médico.

O Kalil twittou? Sim

Notícias sobre Leonardo Silva: Zagueiro fica longe do gramado por 8 meses, Santos negocia com Leonardo Silva, São Paulo de olho em Leonardo Silva

Fotos de Leonardo Silva:

Vídeos Leonardo Silva:


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Banca da Bola – Patric

Nome completo: Patric Cabral Lalau
Data de nascimento: 25/3/1989 (21 anos)
Local de nascimento: Criciúma (SC)
Altura: 1,73m
Peso: 71 kg
Clubes: Criciúma-SC (2006/2008), São Caetano-SP (2008/2009), Benfica-POR (2009), Cruzeiro-MG (2009) e Avaí-SC (2010)
Títulos: Campeonato Sul-Americano sub-20, pela Seleção Brasileira (2009) e Campeonato Catarinense (2010)

Seleção: Convocado pela primeira vez para a Seleção Sub-20 em 2009.

O Kalil twittou? Sim.

Notícias sobre Patric: Galo quer Patric, Furacão quer Patric, Patric interessa ao Corinthians, Avaí quer renovar com Patric

Fotos de Patric:

Vídeos de Patric:


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