A vela e o título

Por:
08/10/2012 - 22:16

 Enviado pela leitora Thaís de Lima Rodrigues

haja fé gabriel castro 300x200 - A vela e o título

Foto: Gabriel Castro

Dia 13 mexe com qualquer um que se intitula torcedor do Atlético. Pois foi justo este dia que Deus me mandou para a Terra. Seria predestinação ou idealismo?

São quinze para meia noite do dia 12 de setembro, as luzes da cidade se apagaram. Caneta, caderno e duas velas na mão. Não sabia sobre o que escrever, só tinha a vontade de colocar alguma coisa no papel. Até que a chama da vela me lembrou o formato de uma estrela. Espera, estrela? Mil imagens relacionadas ao GALO me vieram à cabeça. Não seria aquela estrela que ficaria sobre o escudo mostrando a tudo e a todos o nosso bicampeonato?

Me chamem de louca, mas após fixar o olhar, percebi que a chama era magra. Seriam todas as nossas dificuldades (CBF, GLOBO e os demais) derrotadas por nós? Todos aqueles que tentaram nos prejudicar se renderam ao encanto e a magnitude do Alvinegro? Eles ficaram magros, sem força, por causa das nossas vitórias, de tanto o bicudo bicar.

De repente, quando a vela já estava no fim, a chama ficou gorda. Seria o fim do Brasileirão e o título conquistado pelo GALO? Já ouviram dizer que as vacas gordas são bons agouros? O mesmo não aconteceria com a vela? A chama, no segundo caso, poderia significar Atlético, e o mesmo , após destruir um por um, se tornaria mais gordo, mais forte.

Realmente, naquele ponto ali do meu lado, eu só conseguia relacioná-lo ao GALO de maneira positiva. Pois bem, é assim que se encontra o coração ATLETICANO! Cheio de esperanças, sem medo do que pode vir por aí. Mas sabe por quê? Porque magra, gorda ou até mesmo sem vela, nós possuímos o nosso escudo, que com certeza ficará ainda mais radiante com a segunda estrela que será implantada a ele, dia 2 de dezembro.