Hoje eu estou sem inspiração alguma para escrever hoje. Já tentei começar esse texto de "N" formas, mas nenhuma foi adiante, pois o que eu diria hoje estava definido há uns 4 meses.
Hoje seria o texto da pré-final onde ia começar a festa, a cachaça e a comemoração antes da semana que antecederia o título.
Seria contra o Palmeiras que eu pensava em fazer uma grande festa na cidade, daquelas de parar tudo e entrar para a história. Hoje a cidade está calada, totalmente muda, como se sofresse mais que eu pelo adiamento da festa.
Nesses meses de espera pelo jogo deste domingo, eu perdi tantas noite de sono que aprendi a ter os mais belos sonhos enquanto estava acordado.
Nas madrugadas eu podia ver a Galoucura na estrada voltando de São Paulo gritando é Campeão de cidade em cidade, também vi o Movimento 105 esperando o time campeão no aeroporto e os conduzindo ao carro de Bombeiros. Muitos de nós nem conseguiriam chegar ao jogo contra o Corinthians após 1 semana de comemoração.
Passaram se as horas, as noites e as madrugadas de sonhos, e os raios de sol da manhã queimaram os planos dourados desse 29 de novembro.


Por mais que conquistemos uma vaga para a Libertadores 2010, por mais que o time consiga duas vitórias nos jogos que restam, ficará a sensação que esse time não alcançou a perfeição que seu potencial permitia.
Perfeição que, nas passagens bíblicas, é representada pelo número 7, e nas madrugadas acordado, meus cálculos perceberam que o jogo contra o Palmeiras seria no dia 29 e 9-2=7, assim como o dia após o jogo contra o Corinthians, onde Bh estaria em feriado alvinegro em pleno 7 de dezembro de 2009, que em nova subtração traria novamente o 7.
Perfeição que, nas passagens bíblicas, é representada pelo número 7, e nas madrugadas acordado, meus cálculos perceberam que o jogo contra o Palmeiras seria no dia 29 e 9-2=7, assim como o dia após o jogo contra o Corinthians, onde Bh estaria em feriado alvinegro em pleno 7 de dezembro de 2009, que em nova subtração traria novamente o 7.

As últimas noites têm sido de sono tranquilo e amargo, pois a partir do momento que o time perdeu a tal perfeição e a mágica que o embalava nos jogos, as chances de ser campeão diminuiram e minha ansiedade noturna se estabilizou.
E que manias estranhas tem o torcedor atleticano. Sinto falta hoje das madrugadas sem dormir a pensar no título, a cidade está em paz e eu abro a janela pensando nos foguetes que eu já estaria soltando essa hora.
E ao abrir a janela, percebi que não perdi a inspiração para escrever esse texto, é só o coração que não sabe expressar o quanto ainda está cheio de sonhos. E me encontro perdendo o sono mais uma vez, percebendo que não é impossível e que no fundo todo atleticano ainda acredita.
E ao raiar do dia, dormindo ou não, ganhando ou não, acima de qualquer sonho ou esperança, o atleticano ainda estará com sua camisa, sua bandeira e seus planos aguardando com ansiedade as noites dos próximos 7.777 anos. Nesse mundo onde a perfeição maior é ser atleticano.
E que manias estranhas tem o torcedor atleticano. Sinto falta hoje das madrugadas sem dormir a pensar no título, a cidade está em paz e eu abro a janela pensando nos foguetes que eu já estaria soltando essa hora.
E ao abrir a janela, percebi que não perdi a inspiração para escrever esse texto, é só o coração que não sabe expressar o quanto ainda está cheio de sonhos. E me encontro perdendo o sono mais uma vez, percebendo que não é impossível e que no fundo todo atleticano ainda acredita.
E ao raiar do dia, dormindo ou não, ganhando ou não, acima de qualquer sonho ou esperança, o atleticano ainda estará com sua camisa, sua bandeira e seus planos aguardando com ansiedade as noites dos próximos 7.777 anos. Nesse mundo onde a perfeição maior é ser atleticano.
ABRAÇO NAÇÃO!






