Eu, que não sou fã da disputa no Campeonato Brasileiro por pontos corridos, pois acho que fica mais fácil a manipulação de pontos pelos chefões "CEBEEFÍCOS", vejo o lado bom da disputa o jogo entre Atlético e Palmeiras.
É uma final que acontece em pleno mês de agosto, sem deixar a desejar em adrenalina, tensão, rivalidade e os demais temperos que fazem parte de uma grande final.

O jogo foi quente na casa do verdão em 2007 quando um Éder Luís que jogou tudo e mais um pouco ao lado de um Marinho inspirado, tirou o Palmeiras da disputa pela Libertadores. Vimos também um Danilinho que mandou bem na caligrafia, sem errar uma letra, em jogadas que irritaram o ancião Edmundo.
Em 2008 porém, o Galo desandou no centenário e amargou um empate e uma derrota nos dois jogos pelo nacional.
Outro que pode ter sua primeira chance durante o jogo é o bom e OLD Pedro OLDoni.
Roth terá que usar de mil fórmulas na sua cabeça para se preparar para alguma surpresa Palmeirense. É arriscado entrar somente com um atacante e sair atrás do placar, assim como é arriscado colocar um time sem meia de origem algum para armar as jogadas do time.
Pela cara do Roth ele não está nem um pouco preocupado com escalação e todas essas coisas que antecedem uma liderança. Certo é que o time terá que fazer malabarismo caso o resultado não seja dos melhores no primeiro tempo.

A torcida atleticana dificilmente vai poder acompanhar a atuação de Tardelli pela seleção, pois o amistoso é à tarde, e o
atleticano já estará se preparando para a sua pré-final que acontecerá a noite.
Com 40 mil ingressos vendidos antecipadamente, o atleticano mostra porque seria o primeiro da lista se existisse convocação para uma seleção de torcidas.
Nas arquibancadas será um jogo de amigos, pois as principais torcidas são parceiras. Mancha Verde e Galoucura mostram como deveria ser o comportamento de todas as torcidas do Brasil, em relação à rivalidade.
A amizade vale para as arquibancadas, pois em campo, as caras não são de bons amigos.
Fala aí Bruno e Weltão!













