De olho no adversário: o ferrolho de Chapecó

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15/05/2018 - 08:51

Após empatarem por 0 a 0, na primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil, Atlético e Chapecoense voltam a se enfrentar nesta quarta (16), pelo jogo de volta da competição. Mesmo atuando em casa, Chape deve manter a estratégia da ida e apostar em contragolpes, mantendo o modelo de jogo do técnico Gilson Kleina.

A promessa é de um jogo bastante brigado, com o Atlético monopolizando a posse de bola. Para vencer e voltar com a vaga nas quartas, o time de Thiago Larghi vai precisar ter bastante criatividade para furar a forte defesa dos verdes.

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No jogo de ida, Atlético e Chape ficaram no 0 a 0 / Foto: Bruno Cantini - CAM

Momento

As duas equipes chegam ao duelo decisivo vindas de vitória pelo Campeonato Brasileiro. O Galo venceu o Atlético/PR, em Curitiba, e a Chape bateu o Flamengo na Arena Condá.

Estilo de jogo

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Chapecoense tem como forte uma sólida defesa / Foto: Chapecoense

O jogo reativo é a principal ideia adotada pelo time de Gilson Kleina. A escalação começa pelo paredão Jandrei, conhecido por ter uma apurada técnica de lançamentos buscando os laterais que, imediatamente, tentam acionar o pivô feito pelo veterano Wellington Paulista.

A Chape conta com dois experientes volantes em seu meio-campo. O argentino Hector Canteros, que possui grande qualidade com a bola nos pés, dita o ritmo do jogo e faz a bola girar. Enquanto isso, Márcio Araújo se destaca por sua aptidão física e marcação. Apodi, que retornou ao clube no ano passado, é o lateral que busca a todo momento o corredor para cruzar na área.

Gilson Kleina ainda conta com o atacante Guilherme, ex-Botafogo. Emprestado pelo Grêmio, o velocista alterna entre o banco e o time titular e, com certeza, é uma arma interessante para os momentos em que o Verdão do Oeste necessita de drible e velocidade.

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Em relação ao primeiro jogo, Chape deve ter entrada de Guilherme no lugar de Elicarlos

Histórico

Atlético e Chapecoense já se enfrentaram em outra edição da Copa do Brasil. Na ocasião, em 2010, após perder por 1 a 0 em Chapecó, o Galo, à época comandado por Vanderlei Luxemburgo, fez 6 a 0 no Mineirão e se classificou para as oitavas de final.

Os clubes já se enfrentaram dez vezes, com cinco vitórias mineiras, três empates e três triunfos catarinenses. Desde a goleada de 2010, muita coisa mudou para as equipes: enquanto o Galo levantou os troféus da Libertadores e da Copa do Brasil, a Chapecoense, além de mostrar solidez na Série A, venceu a Copa Sul-Americana.