Nos últimos anos, um hábito da torcida atleticana tem se repetido nos dias finais dezembro e durante todo o mês de janeiro quando o único assunto o futebol são as contratações.
A certeza de Gallardo em 2008 e o pacotão de natal em 2009 se repete em 2010, porém com uma ambição ainda maior. Mas como conta o ditado não-popular, "nem tudo que balança, tá no parquinho".
Ora um na mídia, ora outro na internet, notícias alimentaram esperanças até dos que estão vacinados com os contos de contratações, pois o desejo em ver o Atlético campeão novamente quebra qualquer raciocínio sensato.
Entre dispensas e negociações, o Atlético enxugou grande parte do elenco, e já no fim da pré-temporada, poucos nomes apareceram como novidades na Cidade do Galo.
Entre esses nomes, Reinaldo e Lima que ainda precisam se tratar de uma lesão, seguem se tratando no CT, na possibilidade de continuarem após a recuperação.
Entre esses nomes, Reinaldo e Lima que ainda precisam se tratar de uma lesão, seguem se tratando no CT, na possibilidade de continuarem após a recuperação.
Por enquanto quem chega é Felipe Bastos e Obina, para uma torcida que ouviu nomes como Mancini, Cáceres, Edmilson, Deivid, Vitor, Lincoln, Cleber Santana, Kleber Pereira, Rafael Sobis.
Quase todos os nomes foram pretendidos por outros clubes da região Rio-São Paulo, onde valores de cota de televisão e patrocínio são maiores que nos clubes das Minas Gerais, gerando um leilão desequilibrado.
Empresários querendo uma mega-valorização do atleta e tentando inflacionar os salários dos mesmos também foram pedra no sapato da diretoria nesse início de ano.
O outro lado da moeda mostra uma diretoria que conseguiu um ótimo patrocínio, conseguiu negociar dívidas, reduziu a folha salarial, mas não demonstra que investirá esses dígitos em grandes nomes para o time.
Boato é como pedra na mão de blogueiro, e o boato que corre, e eu faço o papel de atirar, é que alguns desses nomes acima citados, não vieram pelas propostas baixas da diretoria.
Ora essa, se o raciocínio dos dirigentes era que Luxemburgo era um bom investimento por fazer a diferença fora das quatro linhas, por que não pensar o mesmo para os que estão dentro do campo?
Não questiono se os que chegam são interessantes para o esquema tático de Luxa, pois se tivesse condições técnicas para isso, teria trocado a vida de blogueiro, colocado meu boné e me dedicado à vida de treinador.
O que digo é que precisamos repensar todos, dos que plantam as notícias, os que a repassam, à diretoria que não investe um pouco mais e até mesmo nós torcedores que às vezes não lembramos qual é a nossa realidade financeira.
Continuamos esperando por grandes jogadores, continuamos a ler as muitas especulações e no intervalo disso eu estarei a apoiar quem vestir esse manto alvinegro.
No domingo, Obina, Campos, Leandro, Muriqui e Felipe Bastos serão os melhores do mundo, dignos de plausos e apoio todo o tempo. Quando o juiz apitar o fim do jogo eu volto aos bastidores para cobranças, mas por enquando o Obina é melhor que o Eto'o.
O que digo é que precisamos repensar todos, dos que plantam as notícias, os que a repassam, à diretoria que não investe um pouco mais e até mesmo nós torcedores que às vezes não lembramos qual é a nossa realidade financeira.
Continuamos esperando por grandes jogadores, continuamos a ler as muitas especulações e no intervalo disso eu estarei a apoiar quem vestir esse manto alvinegro.
No domingo, Obina, Campos, Leandro, Muriqui e Felipe Bastos serão os melhores do mundo, dignos de plausos e apoio todo o tempo. Quando o juiz apitar o fim do jogo eu volto aos bastidores para cobranças, mas por enquando o Obina é melhor que o Eto'o.










