Acalmem-se visitantes do CAM1SA DO2E, pois o blog não está abandonado, e nem esse que vos escreve infartou com as saídas de gol do Aranha nesse fim de semana. Estou ausente pela assistência da Velox, ou a falta dela, que só pode consertar meu modem daqui 4 dias.
Ontem eu postaria mais uma cidade que respira ares alvinegros, e postaria também o resumo do jogo contra o Vitória.
Como aconteceu esse imprevisto eu adio a movimentação da torcida no interior, e falo do empate infartante.
Quem diria que logo na Bahia, eternamente conhecida como a terra da vagarosidade e lentidão, nós veríamos um vitória registrando 100km/h nos ataques. Hora contando com as falhas na saída de gol do goleiro Aranha, hora contando com o ataque que não prendia a bola por muito tempo, os baianos não me deram tempo nem pra usar a bombinha de asma nos intervalos de ataques.
Enquanto isso, do lado de cá, o ataque atleticano parecia não querer balançar as redes de Viafara, pelo contrário os mesmos pareciam se balançar nas redes baianas de descanso, chegando a apresentar uma velocidade negativa com Kleber em campo (na foto abaixo, toda a movimentação de Kleber e Alessandro).
Como prevíamos, aqui na última postagem antes do jogo, seria muito difícil uma vitória, assim como prevemos uma boa atuação do goleiro Aranha, que salvou o time com defesas e sua sorte. E só não tivemos mais sorte pela ausência do pé de coelho desse time, Diego Tardelli, que é combustível que movimenta o raciocínio de Eder Luís.
Éder e Alessandro corriam cada um para um lado, sem um maestro no meio que os coordenasse, pois Evandro estava mais perdido que o juízo do Welton Felipe nas saídas de bola na zaga.
Uma coisa é certa, para ser campeão, é preciso ter a sorte de um campeão. E se antes, os lances que pareciam mortos, acabavam em revés para o time alvinegro, agora é só felicidade.
Que a imprensa continue nos chamando de tudo que é adjetivo negativo. Nós continuaremos líderes, sendo uma pedra no sapato dos adversários e da mídia que não suporta a ausência de carioca e paulista no topo da tabela.
Se o jogo não foi dos melhores para se ver, o espetáculo fica garantido nos bares e ruas das cidades onde as torcidas se encontram para acompanhar o Atlético. O astral e a energia já são de um time campeão, basta o time absorver e canalizar em forma de raça e vontade vencer para se tornar imbatível.
E no próximo jogo o mar branco fica perto do time, com quase 60 mil vozes cantando e incentivando, fazendo com que o time tricolor se engasgue com seu próprio pó de arroz.
Enquanto isso eu pesquiso aqui se o Diretor da Velox é atleticano, em caso afirmativo, é pedir pra acelerar o reparo na minha net, pelo bem do CAM1SA DO2E.
Em breve voltaremos com nossa programação normal, pode anotar (foto abaixo, para ilustrar a frase e fazer a alegria da rapaziada aí).
















