Todos bem posicionados em cena: torcida, jogadores, imprensa e demais profissionais responsáveis pelo espetáculo da noite.
Tapete alvinegro estendido para a grande peça em cartaz: "Galo Campeão Brasileiro 2010"
A festa
A despedida do gigante começou do lado de fora. Chegou a hora de correr pela última vez no estacionamento, tomar a última cerveja no Bar do Peixe e saborear o churrasquinho com preço salgado, sabor típico de Mineirão.
Muita gente indo pela primeira vez ao estádio, muita gente voltando após anos longe do "Magalhães" e muita gente mantendo uma rotina tradicional nos fins de semana, por muitos anos; ir ao Mineirão.
As duas torcidas organizadas, Galoucura e a Cearamor, fazem um show à parte do lado de fora, deixando tremular somente a bandeira da paz.
Arquibancadas e bastidores
Quando abriram os portões e cada um caminhou para seu respectivo território dentro do estádio, os apaixonados torcedores atleticanos cantaram de uma forma que desmistificaria Apolo como deus da música, tamanha era a energia naqueles versos. Um mar branco capaz de arrancar aplausos de qualquer platéia, em qualquer teatro.
E a platéia alvinegra vibrava com os lances de um certo Calango. O mesmo Calango era homenageado nos bastidores, marcando seus pés para sempre no Mineirão.
Eu não queria gritar o nome dos que saíram - Mas gritei.
Não queria ofender ninguém ou xingar qualquer profissional - Mas xinguei.
Queria ver uma luz no fim do túnel, desde já - Porém, o domingo me cegou.
Novas caras chegaram - Revivendo velhas desconfianças.
Sonhei com a coragem - Testemunhei a covardia.
À procura de novos ares - Revivi antigos pesadelos.
A luz apagou - As cortinas fecharam.... - Parecia o fim!
Em algum lugar do Brasil, um novo cenário é palco da nova batalha, pois não há mais o Mineirão. A torcida ainda é a mesma, mas um novo grupo entra em campo...
O Galo Forte e Vingador está de volta..... Aguardem!

















