A cada copo quebrado, a cada panela no chão, a cada foguete no ar, a cada arquibancada, a cada túnel de estádio e, principalmente, a cada jogo e a cada vitória, um grito de GALO. E não pense que gritamos apenas para "incomodar", gritamos para expressar o sentimento que existe dentro de nós, um sentimento que é mais do que a vibração de ser torcedor do Clube Atlético Mineiro, é um sentimento de estar vivo, de ser parte de uma instituição que levamos conosco até a morte.
Obrigado Vítor Trajano, você estará presente em cada grito de "GALO", seja em nossas casas, na rua, no trabalho, no Estádio e até mesmo naqueles barzinhos de esquina, onde nos esprememos para poder ver menos do que 1/3 da televisão de 14 polegadas que passa o jogo do GALO.
E mesmo assim gritamos "GALO" como se estivéssemos dentro do Estádio.
Adeus Vítor Trajano, um dia gritaremos Galo, juntos.
Texto de André Quintão da Silva, em homenagem a Vítor Trajano Bastos, criador do grito de 'Galo', ícone da torcida atleticana desde a década de 50 e Conselheiro do Clube desde a década de 80, que faleceu nessa quarta-feira (22).


