Vídeos da Massa – Atlético 2×1 Villa Nova (parte 1)

Desorganização na entrada do Mineirão

Aquecimento no Bar do Peixe


Setor Galo na Veia

25 horas de punho erguido

Colunistas Fael Lima2 25 horas de punho erguido

Fui o último a entrar no avião, atrasado como sempre, rumo a São Paulo. Quase todos os passageiros me olharam com cara feia, exceto os que vestiam o Manto preto e branco. Dos que não vestiam, apenas um ignorou a cena, continuou sentado e olhando para a janela. Um filme deve passar por aquela cabeça sempre que deixa BH para assistir a um jogo do Galo. Ele permanecia parado, olhando o horizonte, enquanto eu olhava para a careca reluzente que um dia foi Black Power. O silêncio permaneceu até que um Atleticano soltou a voz – “Rei, ô Reinaldo, tira uma foto comigo?”.

61546 4016379346969 664183801 n 300x300 25 horas de punho erguidoFui convidado a transmitir o jogo ao lado dele pela Rádio Estadão da capital paulista. Ainda não acreditava no que estava por acontecer, era o Rei Reinaldo, o mesmo da fita VHS que eu soprava sempre que ia assistir, ao meu lado, em uma cabine de rádio. Tentei ser frio como os jornalistas costumam pregar e me aproximei sem a intenção de falar sobre futebol, afinal ele deve ouvir sobre o assunto todo dia. Decidi comentar sobre o aquecimento do mercado na venda de passagens aéreas graças ao… Antes que eu terminasse meu pensamento, ele já mandou o recado – “Tem que ganhar, não pode entrar de salto alto.”.

Lembrei-me da frase que ouvi a muitos anos de um músico que torce pelo rival, onde ele dizia que a diferença entre os clubes é que jogador sai do clube azul e se torna ex-jogador, enquanto os que deixam o Galo se tornam Atleticanos. O Rei não falava de outra coisa, se dependesse dele a cidade cinza seria conhecida como a cidade preta e branca após aquela quarta.

Quando entramos na cabine, ele falava sobre as motivações que todos deviam ter no vestiário. Acho que no fundo ele queria estar naquela preleção, falar que esse time pode fazer o que ele tentou e não conseguiu, passar aos jogadores a importância do título, quem sabe pedir uma chance ao treinador para jogar ao lado de Ronaldinho naquela noite. Bastava o juiz segurar o jogo para o eterno camisa nove se levantar da cadeira com palavras direcionadas à alguma mãe que não estava na cabine. O Rei sabe do poder de um juiz em decidir uma partida.

544100 4017347171164 1596565845 n 300x300 25 horas de punho erguidoFicar 25 horas ao lado do Rei Reinaldo me fez sentir uma criança novamente, quando eu imaginava todos torcendo e respeitando o Atlético acima de qualquer interesse pessoal. No dia seguinte, sem a adrenalina do jogo, fiquei alguns segundos sem ouvir comentários sobre o Atlético, a próxima fase ou a Libertadores em geral. Imaginei que finalmente o Rei havia deixado de pensar no Galo. Um grande equívoco. Ele apenas fitava o olhar do outro lado do aeroporto para ter a certeza se era um conhecido que acabara de passar pelo portão de embarque. Nas 25 horas ao lado do Rei, foram os únicos segundos sem GALO dominando o ambiente. Após os segundos de silêncio, com a certeza que era quem ele imaginava, Reinaldo pensou se falava ou não sobre o jogo do dia anterior com o amigo, afinal era outro que provavelmente falara muito sobre a partida decisiva. Respirou fundo e soltou – “Ô Mário Caixa, esquenta não. Essa taça é nossa!”

Fael Lima

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Canto do Leitor – Tamo junto e ponto final

Texto enviado por um leitor quase desconhecido

Quando Robben ficou cara a cara com Casillas, na final da Copa do Mundo de 2010, os espanhóis se lembraram de todas as maldições da Fúria.

Quando Alessandro falhou e Diego Souza teve meio-campo para pensar em como iria superar Cássio, os corintianos já lamentavam a sua sorte.

Quando o árbitro Wilton Pereira Sampaio apitou o fim do jogo e o São Paulo derrotou o Galo por 2 a 0, os Atleticanos se lembraram da fama de malditos.

Ainda não há relação entre as duas primeiras sentenças e a última. Robben errou a finalização. Cassio defendeu o chute de Diego Souza.

A Espanha foi campeã mundial pela primeira vez na África do Sul. E o Corinthians passou pelo Vasco, chegou à final e acabou com todas as gozações, sendo campeão da Libertadores.

E o Galo? O Atlético continua firme. A derrota colocou o São Paulo novamente em seu caminho, mas não acabou com a história Alvinegro nesta Libertadores.

Espanha e Corinthians devem servir de exemplos aos torcedores atleticanos, que jogaram a toalha quando a batalha ainda mal começou.

Vão dizer que o São Paulo está revigorado. Que o fato de ser copeiro fará com que o tricolor tire o Galo da trilha da Libertadores.

Apegam-se aos números, à história torta e às mentiras que foram ditas para inflamar um time que deu apenas três chutes a gol em um Galo irreconhecível.

Lembraram que o time que deu três chutes a gol em Victor fez a sua melhor partida no ano. Mas se esquecem que o Galo não chutou uma vez sequer. Esquecem que a média de finalização Alvinegra é superior a dez por tempo.

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Foto: Daniel Teobaldo

E se esquecem que qualquer outro time da Libertadores já viveu uma queda de rendimento.

Atleticanos, ouçam o Tardelli. “Tamo junto ou não estamos, PORRA”.

Sim, estão. Eles querem guerra. O Atleticano tem feridas e mais feridas de batalhas. Mas está de pé. O Atleticano não se rende. A guerra nunca acabou.

Tchau, obrigado.

Lançamento do livro “A Tradução do Sentimento Alvinegro”

644292 3959398562485 954108666 n 300x300 Lançamento do livro A Tradução do Sentimento AlvinegroApós três anos, finalmente o livro com as crônicas do Cam1sa Do2e sai da gaveta. A Tradução do Sentimento Alvinegro traz textos sobre nosso clube, nossa torcida, nossos representantes e alguns dos grandes personagens da nossa história. Enfim, fala do nosso Galo!

A obra traz na capa a foto do talentoso fotógrafo Gabriel Castro e as ilustrações ficaram por conta do Tineco Penido, que marcou um gol de placa. Você pode conferir o resultado final no lançamento que acontece domingo (21), antes do jogo entre Atlético e Villa Nova, no Bar do Peixe (Av. das Palmeiras, 821), a partir das 10h.

Quem não for ao jogo, é só passar na banca de revistas ao lado da Sede do Atlético, onde o livro será vendido pelo mesmo valor. Em breve estaremos distribuindo em outras bancas da capital. A turma do interior ou de outros estados também podem adquirir o livro. Se preferir pagar por depósito bancário, mande um e-mail para [email protected] com seu nome, endereço completo (CEP) e em que banco prefere efetuar o depósito (Banco do Brasil, Itaú ou Santander).

Caso prefira concluir a compra pelo Pagseguro, incluindo a opção de pagar com cartão de crédito, clique no botão abaixo. Espero que a Massa se identifique com as 140 páginas escritas com toda a emoção que transborda do Clube Atlético Mineiro.

VALOR: R$ 20,00


Loja do Galo de cara nova

IMG 2592 Loja do Galo de cara nova

Foto: Fael Lima

A Loja do Galo reabriu nesta segunda-feira com novidades para o Atleticano. Além da tradicional camisa listrada (R$ 199,90) usada em jogo, os torcedores puderam adquirir também a camisa branca de jogo (R$ 199,90).

Apresentada na última quarta-feira, a camisa de treino laranja (R$ 129,90) foi a que mais atraiu os olhares curiosos e, na maioria das vezes, era aprovada e ia para a sacola do cliente. Se ano passado as camisas de goleiro chegaram praticamente no segundo semestre, dessa vez elas já estão nas prateleiras (R$ 199,90) junto com as de jogo. São quatro modelos diferentes, deixando a turma que experimentava o Manto na dúvida de qual levar para a casa.

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Foto: Araceli Souza

O Cam1sa Do2e conversou com Atleticanos que caminhavam para o caixa e eles mandaram o recado. Roberto Capanema, presidente da Torcida SempreGalo, destacou o material leve da camisa de jogo e o modelo da camisa de treino, mas estava em dúvida se as letras emborrachadas na frente não soltariam após lavar. Leo Tito, dos Embaixadores do Galo, tentava convencer a noiva a autorizar a compra de mais um Manto. Gostou de quase tudo, mas não aprovou as listras do agasalho que também traz o Galo Volpi na parte de trás (R$ 300,00). Jussiana Ramalho, sempre presente nas arquibancadas, não pôde encher as sacolas, pois não havia modelos femininos das camisas de jogo ou treino, apenas modelos casuais. Se as mulheres terão que esperar um pouco mais, a criançada pode arrastar os pais pra nova loja, pois há um espaço dedicado somente para os novos Galinhos.

Centenas de pessoas puderam conferir o ambiente inspirado em uma quadra de futsal, com fotos da torcida e do time pelas paredes, além de camisas autografadas pelos jogadores em um grande painel. A frase “Não somos torcedores, somos Atleticanos” estampava um dos lados da Loja, em frente ao Galo Doido que também repareceu com novo visual. Vale destacar o ótimo atendimento dos funcionários, Alvinegros e figurinhas carimbadas nos jogos.

Ficamos agora na torcida para que a Lupo corrija as falhas na padronização das camisas, coloque os modelos femininos à disposição das Atleticanas e traga sempre novidades para essa Massa que encara todas essas camisas como sua primeira pele.

Clique aqui e confira outras camisas na nossa página do Facebook

Fael Lima

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Foto: Araceli Souza

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Foto: Fael Lima

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Foto: Araceli Souza

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Foto: Araceli Souza

 

Galo na Veia e no bolso

pierre galo na veia bruno cantini Galo na Veia e no bolso

Foto: Bruno Cantini

Acordei nesta quarta-feira com a notícia de um novo formato do Galo na Veia por vinte e nove reais. Abri o site rapidamente para não perder a chance de pagar menos e, mesmo sem ingresso garantido, ter preferência na compra dos bilhetes. A decepção veio ao saber que o Galo na Veia Prata não me dá vantagem alguma em relação à compra dos ingressos.

Já no fim do dia, vi o cupom fiscal de um Atleticano que usou o desconto oferecido pelo plano em um supermercado. Foram 21 reais de desconto em uma compra de 208 reais. Uma vantagem que me fez repensar, pois estou de mudança para uma casa ao lado desse supermercado. Sem essa minha visão egoísta, qual é a vantagem para os outros Atleticanos? E para a turma do interior?

Começando pelo interior, a impressão que fica é que seria como aquela velha doação pela conta de luz. O Atleticano que mora longe da capital participaria somente com a intenção de apoiar o clube, vendo um time forte e sabendo que seu dinheiro está sendo bem investido dessa vez. Talvez contando com a possibilidade de ser contemplado nos prometidos sorteios. O que seria sorteado? Essa é uma das muitas perguntas que recebi durante o dia. Várias pessoas cogitando fazer parte, mas não sabem as respostas e por isso ainda não tomaram a decisão. Por hora, uma conta de e-mail (que eu uso de forma gratuita), um cartão cinza para mostrar aos amigos na mesa do bar e, repetindo, podendo dizer que contribui para a boa fase do Atlético. Morei muitos anos longe da capital mineira e sei como é a sensação de sentir-se mais próximo do clube. Quem sabe um dia esses Atleticanos recebam revistas ou demais impressos, um cartão de aniversário, coisas simples para uma administração, mas valiosas quando falamos de um público apaixonado pelo “produto” que está comprando.

Prefiro não abrir a caixa de críticas para o presidente Alexandre Kalil. Quem sabe o Galo na Veia Prata é mais um passo, antecedendo algo melhor, um teste com os benefícios que, caso seja aprovado, a lista aumente a cada mês. No início do Galo na Veia com o cartão preto, os voluntários não apareceram em grande número. Hoje a fila de espera para conseguir associar daria voltas em Lourdes.

Se eu farei? NÃO! Esperava de imediato que o Atlético utilizasse a venda de ingressos online. Infelizmente a política do clube é – Se o estádio está cheio, não precisa melhorar. O ingresso mais barato na próxima fase da Libertadores sairá a 80 reais, isso se não passar pela ponte dos cambistas, o que daria um pedágio de no mínimo mais 30 reais. A esperança era ver essa prática chegando ao fim, como tem acontecido no resto do país. Não tenho intenção em fazer parte dos clubes sociais, como Labareda e Vila Olímpica, ou acumular pontos e ganhar um “super prêmio”, como um chaveiro, pois seria preciso fazer compras por uns 7 anos no supermercado que será meu vizinho. Aliás, alguns parceiros você encontrará somente no Rio de Janeiro ou São Paulo e para piorar os pontos expiram após um ano. A compra feita hoje, não terá valor no dia 12 de abril de 2014, caso você não tenha recuperado esses pontos.

O medo é que o alto número de associados deixe o planejamento de preferência na venda de ingressos na gaveta. É comum ver isso quando os bois entram em fila (palavras do presidente). O plano B fica para uma situação de emergência, com a intenção de acalmar os ânimos.

Somos chatos, mas também sabemos parabenizar; vale destacar que o Galo na Veia foi um pedido antigo da torcida e, mesmo que com pequenas falhas, agora temos uma nova forma de trazer o torcedor para perto do clube. Esperamos novidades para os próximos meses, com a diretoria sabendo usar todo o potencial que oferece os milhões de Atleticanos. O Galo está forte, mas essa Massa pode muito mais e o turco sabe disso. Somos chatos, mas pagamos caro por isso.

1 Galo na Veia e no bolso

Imagem: Internet

Abaixo, uma pequena demonstração de quanto eu teria de desconto na compra de casa desse mês.

Vou assistir ao jogo com uma latinha de Brahma na mão – R$0,20

Ou Guaraná Antarctica – R$0,50

E um pacote de Doritos – R$0,15

Arrepiados estão os cabelos que lavei com o shampoo Clear – R$0,50

A vitória veio e o sorriso é por conta da CloseUp – R$0,40

Se a ressaca bater, Gatorade – R$0,30

Amanhã é dia de lavar a camisa com OMO – R$1,25

E Comfort, pois o manto merece – R$0,40

Eu também ficarei cheiroso com desodorante Dove – R$0,55

Para homenagear os rivais, Danone de frutas – R$0,40

Acompanhado de bolacha Maria – R$0,15

Suco Ades de maçã 200ml – melhor não….

Tudo isso assistindo na Sky com desconto de até  – R$10,00

Temos uma economia de R$14,80 nesse caso. Claro que um Atleticano beberia 10 latinhas de Brahma, mas deixemos tudo com uma unidade para facilitar o cálculo. Contando com outros descontos não citados aqui, fica a pergunta para a Massa responder. Compensa?

Clique aqui e acesse o site Galo na Veia

Fael Lima

ABRAÇO NAÇÃO!

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