Vídeos da Massa – Newell’s Old Boys x Atlético (parte 1)

A Massa invadiu a Argentina

Aquecimento da bateria

Começo do jogo

Samba, rock do Molejão

Entrada do estádio

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Verdadeira Pele – Daniel Flisch

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Estava em um grupo de colecionadores de camisas do Atlético, no Facebook, e acompanhava a postagem com uma foto de uma camisa rara, do início da década de 90, à venda, sem preço definido. Começaram a surgir perguntas e propostas pelo tesouro em forma de tecido. Um dos Alvinegros que disputava o Manto era o Daniel Flisch, que já cogita fazer algum tipo de tratamento para não abrir o site do Mercado Livre à procura de promoções imperdíveis. A gente te entende, Daniel. A gente te entende…

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A coleção conta com quantas camisas?

Daniel: Minha coleção conta com 71 camisas até o momento, incluindo agasalhos.

Qual é a mais antiga e o xodó?

Daniel: A mais antiga é a camisa home de 1994, patrocínio TAM. Porém, a primeira foi uma camisa
de 1996, número 15, usada pelo Lincoln no Mineiro daquele ano, em um jogo contra o Villa Nova. Foi a primeira vez que fui ao Mineirão e ganhei a camisa dele através de um radialista amigo. O Xodó da coleção é a camisa número 17, vestida e autografada pelo Bernard na final do Campeonato Mineiro de 2011, com patrocínio Tial nas mangas. Esse modelo de camisa foi usado somente naquele jogo.

224931_304928956293336_831736799_nNamorada ou família reclamam dos gastos com os mantos?

Daniel: Minha esposa reclama só se eu comprar mais de 3 camisas por mês hahahaha.

Costuma comprar camisa com o número relacionado a algum jogador especial ou qualquer número vale para a coleção?

Daniel: Compro qualquer camisa, independente do número. O que vale pra mim é o modelo.

Como você faria um terceiro uniforme para o Atlético atualmente?

Daniel: Para um terceiro uniforme eu faria uma camisa toda preta com detalhes prateados e voltaria
com a inscrição GALO, assim como nos anos de 1999-2000.

Alguns colecionadores não gostam de autógrafos nas camisas. Você deixa os jogadores autografarem as suas?

Daniel: Sempre procuro obter autógrafos nas minhas camisas. Acredito que as tornam mais valiosas. Tenho duas camisas autografadas pelo Ronaldinho Gaúcho, outras pelo Bernard, Réver, Cuca e Victor.

17930_304928392960059_647592683_nUsa até as relíquias no dia a dia ou todas ficam guardadas e não saem de casa?

Daniel: Tenho algumas camisas repetidas para usar no dia a dia. As relíquias ficam guardadas.

Qual é a camisa mais bonita e a mais feia que o Atlético já lançou?

Daniel: Na minha opinião, a camisa mais bonita é o primeiro uniforme de 2008, com escudo retrô e patrocínio Fiat em vermelho. A menos bonita fica com o segundo uniforme de 2011, que é somente um tecido branco com o escudo do Galo e o logo BMG.

Camisa de treino é prioridade como qualquer outra em uma coleção ou você só adquire se gostar muito do modelo?

Daniel: Camisa de treino eu procuro comprar mais barata no ano seguinte, quando o clube lança outra coleção ou quando consigo por um preço bacana.

Como você avalia a participação da Lupo no Atlético até o momento?

A qualidade da camisa atual da Lupo é indiscutível, principalmente a numeração nas costas, de primeira qualidade, com um material firme, que lembram camisas da NBA. Porém, estão deixando a desejar na disponibilização. Somente na loja física do Galo e em pouquíssimos sites de materiais esportivos se pode comprar essas camisas. A Loja do Galo na internet está em manutenção até hoje* e nós já estamos na metade do ano. O pessoal do interior não consegue comprar essa camisa.

*O site ainda não estava no ar quando a entrevista foi realizada.

Fael Lima

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Conhecendo o Cam1sa Do2e

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São mais de quatro anos levando publicações diárias aos Atleticanos de todo o mundo. O blog está em uma fase de mudanças e por isso chegou a hora de saber quem são as pessoas que nos acompanham. Responsa as 20 perguntas abaixo e mostre quem está do outro lado. Uma coisa eu posso dizer – É um prazer te conhecer!

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ATLÉTICO 2 x 0 GRÊMIO EM FOTOS | POR GABRIEL CASTRO

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Camisão da Fúria Alvinegra

Ronaldinho agradece a torcida

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Galo Doido nervoso com gremistas


Verdadeira Pele – Fernando Brandão

250798_265970810182441_2091375492_nUm colecionador vê uma camisa do Atlético do outro lado da rua e atravessa para ter certeza que já tem aquela em sua coleção. Se não tem, ele oferece o dinheiro que estiver no bolso, o tênis, a escritura da casa e os filhos. Tirando um pouco de exagero, assim é o Fernando Brandão, personagem de hoje do Verdadeira Pele.

Fernando Brandão no Facebook

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A coleção conta com quantas camisas?

Fernando: A coleção tem 62 camisas hoje.

Qual é a mais antiga e o xodó?

Fernando: A mais antiga é uma de pano da Coca-Cola, tem uma boa história, pois a comprei de andarilho, ou pode-se dizer, um mendigo. Estava andando na rua, ofereci 20 reais e o cara aceitou na hora com um belo sorriso banguela. Abri uma sacola e ele jogou a camisa lá dentro com seu odor característico de limão. Depois de várias lavadas ela pode ser utilizada hoje. Na época fiquei com receio de ser camisa retrô, mas pelo jeito é da época mesmo. A xodó já é da linha retrô de 1970, com vários autógrafos dos jogadores campeões de 1971 que consegui por sorte no lançamento em um bar já extinto em BH.

598942_413207808731731_1803034211_nNamorada ou família reclamam dos gastos com os mantos?

Fernando: A família e a namorada apoiam os gastos e presente de aniversário ou natal sempre tem novos itens para a coleção.

Costuma comprar camisa com o número relacionado a algum jogador especial ou qualquer número vale para a coleção?

Fernando: Não tenho preferência de numero para compra não, normalmente os tradicionais 10, 12 ou 13. Uma vez peguei uma exclusiva do Marcos Rocha depois de ficar “brigando” com outros dois Atleticanos pela camisa que ele jogou para a torcida e perder na sorte.

Como você faria um terceiro uniforme para o Atlético atualmente?

Fernando: Terceiro uniforme faria em preto e branco dando ênfase no Galo Volpi de uma forma estilizada.

Alguns colecionadores não gostam de autógrafos nas camisas. Você deixa os jogadores autografarem as suas?

Fernando: Tenho alguma camisas autografadas por jogadores que acho que valem a pena, mas prefiro sem autógrafos mesmo.

Usa até as relíquias no dia a dia ou todas ficam guardadas e não saem de casa?

Fernando: As relíquias eu não uso de modo algum. Ficam guardas e só utilizo as mais recentes, sempre tendo uma camisa da sorte. Hoje a da sorte é a de treino de 2012.

580038_413208468731665_2030862412_nQual é a camisa mais bonita e a mais feia que o Atlético já lançou?

Fernando: Todas as camisas do Galo são lindas, mas a de 1999 é a minha preferida. A mais feia não existe, mas sou do grupo que foi contra a camisa rosa, porem também comprei para a coleção. Está até hoje lacrada no plástico com etiqueta e tudo.

Como você avalia a participação da Lupo no Atlético até o momento?

Fernando: Sou extremamente a favor de fazer o contrato mais vantajoso financeiramente, porém ela vem deixando a desejar na reposição do estoque. O material da camisa achei até melhor do que o anterior. Tenho vontade de ter uma camisa do atlético com a Adidas, mas tudo tem a sua hora.

Fael Lima

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As lições de Palmeiras e Corinthians

O Brasileiro 2012 nos traz dois cenários. O Corinthians disputava a Libertadores e não conseguia (ou não queria) concentrar-se no Brasileiro. Após levantar a taça no continental, jogou o suficiente para encerrar o nacional nas primeiras posições. Comprovou que tinha o futebol mais eficiente do país. O Palmeiras também levantou taça na Copa do Brasil 2012. Enquanto amargava o Z4, os torcedores tinham a resposta na ponta da língua – “O foco é outro”!

Não dá para comparar o Atlético com o Corinthians ou Palmeiras de 2012. Acho até que temos onze titulares melhores que os paulistas quando foram campeões, mas fica a lição do abandono do Brasileiro no início da competição. O Palmeiras poderia sair do Z4 e chegar na parte intermediária da tabela se não estivesse sob a pressão de obrigatoriamente vencer, vencer e vencer. A memória do torcedor não é das melhores, a cobrança veio e por isso o técnico caiu e o clima entre os jogadores não lembrava em nada o do alto do pódio.

Foto: Bruno Cantini

Foto: Bruno Cantini

Quem sairá do Atlético na próxima janela de transferências? Sem saber quem fica e quem chega, abandonar o Brasileirão até o fim da Libertadores é uma atitude arriscada. Se jogar a final no dia 24 de julho e continuar sem a obrigatoriedade de bons resultados no nacional, o Galo terá perdido 25% da competição.

O Corinthians campeão conquistou apenas uma vitória em oito jogos no início do Brasileiro. Sofreu até de uma ressaca pós-Libertadores, mas terminou em sexto antes de embarcar para o Japão. Os atletas entenderam que a entrega seria em uma temporada inteira e não no primeiro semestre. O Atlético tem tudo para ter um fim mais próximo do “Curinthia” que do “Parmera”, mas por quê arriscar?

Se vai mesmo poupar jogadores até o fim de sua participação na Libertadores e se algumas peças sairão em julho, é melhor que o clube coloque a mão no bolso e faça contratações para uma intertemporada em junho. Muito se fala em cansaço, mas Cuca terá mais trabalho para recuperar a cabeça do grupo. O que queremos? Qual será a dedicação? Estamos prontos para mais seis meses e muitas batalhas? A semifinal da Libertadores não justifica a lanterna no Brasileiro e a lanterna no Brasileiro não pode apagar a melhor campanha na Libertadores. Hora de trabalhar!

Fael Lima

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