Vídeos da Massa – Atlético 2×0 Grêmio (parte 1)

Camisão da Fúria Alvinegra

Ronaldinho agradece a torcida

Hulk no Galo

Galo Doido nervoso com gremistas


Verdadeira Pele – Fernando Brandão

250798_265970810182441_2091375492_nUm colecionador vê uma camisa do Atlético do outro lado da rua e atravessa para ter certeza que já tem aquela em sua coleção. Se não tem, ele oferece o dinheiro que estiver no bolso, o tênis, a escritura da casa e os filhos. Tirando um pouco de exagero, assim é o Fernando Brandão, personagem de hoje do Verdadeira Pele.

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A coleção conta com quantas camisas?

Fernando: A coleção tem 62 camisas hoje.

Qual é a mais antiga e o xodó?

Fernando: A mais antiga é uma de pano da Coca-Cola, tem uma boa história, pois a comprei de andarilho, ou pode-se dizer, um mendigo. Estava andando na rua, ofereci 20 reais e o cara aceitou na hora com um belo sorriso banguela. Abri uma sacola e ele jogou a camisa lá dentro com seu odor característico de limão. Depois de várias lavadas ela pode ser utilizada hoje. Na época fiquei com receio de ser camisa retrô, mas pelo jeito é da época mesmo. A xodó já é da linha retrô de 1970, com vários autógrafos dos jogadores campeões de 1971 que consegui por sorte no lançamento em um bar já extinto em BH.

598942_413207808731731_1803034211_nNamorada ou família reclamam dos gastos com os mantos?

Fernando: A família e a namorada apoiam os gastos e presente de aniversário ou natal sempre tem novos itens para a coleção.

Costuma comprar camisa com o número relacionado a algum jogador especial ou qualquer número vale para a coleção?

Fernando: Não tenho preferência de numero para compra não, normalmente os tradicionais 10, 12 ou 13. Uma vez peguei uma exclusiva do Marcos Rocha depois de ficar “brigando” com outros dois Atleticanos pela camisa que ele jogou para a torcida e perder na sorte.

Como você faria um terceiro uniforme para o Atlético atualmente?

Fernando: Terceiro uniforme faria em preto e branco dando ênfase no Galo Volpi de uma forma estilizada.

Alguns colecionadores não gostam de autógrafos nas camisas. Você deixa os jogadores autografarem as suas?

Fernando: Tenho alguma camisas autografadas por jogadores que acho que valem a pena, mas prefiro sem autógrafos mesmo.

Usa até as relíquias no dia a dia ou todas ficam guardadas e não saem de casa?

Fernando: As relíquias eu não uso de modo algum. Ficam guardas e só utilizo as mais recentes, sempre tendo uma camisa da sorte. Hoje a da sorte é a de treino de 2012.

580038_413208468731665_2030862412_nQual é a camisa mais bonita e a mais feia que o Atlético já lançou?

Fernando: Todas as camisas do Galo são lindas, mas a de 1999 é a minha preferida. A mais feia não existe, mas sou do grupo que foi contra a camisa rosa, porem também comprei para a coleção. Está até hoje lacrada no plástico com etiqueta e tudo.

Como você avalia a participação da Lupo no Atlético até o momento?

Fernando: Sou extremamente a favor de fazer o contrato mais vantajoso financeiramente, porém ela vem deixando a desejar na reposição do estoque. O material da camisa achei até melhor do que o anterior. Tenho vontade de ter uma camisa do atlético com a Adidas, mas tudo tem a sua hora.

Fael Lima

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As lições de Palmeiras e Corinthians

O Brasileiro 2012 nos traz dois cenários. O Corinthians disputava a Libertadores e não conseguia (ou não queria) concentrar-se no Brasileiro. Após levantar a taça no continental, jogou o suficiente para encerrar o nacional nas primeiras posições. Comprovou que tinha o futebol mais eficiente do país. O Palmeiras também levantou taça na Copa do Brasil 2012. Enquanto amargava o Z4, os torcedores tinham a resposta na ponta da língua – “O foco é outro”!

Não dá para comparar o Atlético com o Corinthians ou Palmeiras de 2012. Acho até que temos onze titulares melhores que os paulistas quando foram campeões, mas fica a lição do abandono do Brasileiro no início da competição. O Palmeiras poderia sair do Z4 e chegar na parte intermediária da tabela se não estivesse sob a pressão de obrigatoriamente vencer, vencer e vencer. A memória do torcedor não é das melhores, a cobrança veio e por isso o técnico caiu e o clima entre os jogadores não lembrava em nada o do alto do pódio.

Foto: Bruno Cantini

Foto: Bruno Cantini

Quem sairá do Atlético na próxima janela de transferências? Sem saber quem fica e quem chega, abandonar o Brasileirão até o fim da Libertadores é uma atitude arriscada. Se jogar a final no dia 24 de julho e continuar sem a obrigatoriedade de bons resultados no nacional, o Galo terá perdido 25% da competição.

O Corinthians campeão conquistou apenas uma vitória em oito jogos no início do Brasileiro. Sofreu até de uma ressaca pós-Libertadores, mas terminou em sexto antes de embarcar para o Japão. Os atletas entenderam que a entrega seria em uma temporada inteira e não no primeiro semestre. O Atlético tem tudo para ter um fim mais próximo do “Curinthia” que do “Parmera”, mas por quê arriscar?

Se vai mesmo poupar jogadores até o fim de sua participação na Libertadores e se algumas peças sairão em julho, é melhor que o clube coloque a mão no bolso e faça contratações para uma intertemporada em junho. Muito se fala em cansaço, mas Cuca terá mais trabalho para recuperar a cabeça do grupo. O que queremos? Qual será a dedicação? Estamos prontos para mais seis meses e muitas batalhas? A semifinal da Libertadores não justifica a lanterna no Brasileiro e a lanterna no Brasileiro não pode apagar a melhor campanha na Libertadores. Hora de trabalhar!

Fael Lima

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Bola, grama e eles – Moacir Gaspar

No futuro, quando o tempo passar e a memória começar a falhar, veremos as fotos do Atlético e seus jogadores, da torcida, de toda a festa que acontece pelos estádios onde o Galo passa. Tudo graças aos cliques dos fotógrafos que capturam cada detalhe dentro e fora dos gramados. O Cam1sa Do2e mostrará nas próximas semanas o trabalho de profissionais que ajudam na construção do espetáculo em cada partida, através de sites, TV, rádio, fotos e outros setores do estádio.

O primeiro é o fotógrafo Moacir Gaspar, conhecido como Mooa, Atleticano responsável pelo Blog Somos Galoucura, onde é possível encontrar fotos da Galoucura e da Massa em geral.

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Foto: Gabriel Castro

Quando você começou com os cliques pela vida?

Moacir: Comecei a fotografar em 2009.

Qual jogo te marcou por ter conseguido boas fotos? 

Moacir: A cada jogo tenho me surpreendido com o resultado. O jogo contra o São Paulo no Morumbi, pelas oitavas de final da Libertadores, é um dos que merece destaque, assim como o jogo contra o Fluminense ano passado, no Independência.

Foto: Moacir Gaspar

Foto: Moacir Gaspar

Tem alguma foto que passou a ser a sua favorita?

Moacir: Tem algumas sim, mas é difícil pra mim escolher uma entre elas.

Você registra torcedores. Nunca pensou em fotografar dentro de campo, principalmente os times?

Moacir: No começo, pensei sim, mas com o passar do tempo percebi a carência que as torcidas organizadas tinham em relação a mídia, por isso optei por esse caminho e hoje se tivesse a oportunidade de ir para o gramado, seria mesmo pra fotografar a torcida de um ângulo diferente.

Quando o Atlético estava perto de cair no Brasileiro, você continuou fotografando. Quando o time não vai bem é mais difícil fazer as fotos?

Moacir: Não que seja mais difícil, mas é diferente, o sentimento a expressão das pessoas muda muito, o jogo também interfere muito no resultado do meu trabalho.

O blog Somos Galoucura sempre traz fotos em preto e branco. Existe algum motivo pelas fotos serem publicadas assim? 

Moacir: Eu sempre gostei desse estilo de foto, me transmite mais emoção e foi uma saída que tive para driblar a variação de cores na arquibancada.

Foto: Moacir Gaspar

Foto: Moacir Gaspar

Para não perder nada na torcida, você passa o jogo de costas para o campo. Pode-se dizer que você perde grande parte do jogo?

Moacir: Com certeza, em jogos mais calmos ate que consigo assistir um pouco mais. Mas estou sempre ligado na torcida.

Alguma cena na torcida já te emocionou ou algum lance dentro de campo te impediu de clicar, pela emoção?

Moacir: Um exemplo foi o jogo contra o Tijuana, na hora que o juiz deu o pênalti, até tentei trabalhar, mas a emoção foi maior e não consegui registrar mais nada, ainda mais depois da defesa do Victor.

Você começou a fazer vídeos nos últimos jogos, inclusive registrou como nasce um mosaico e um bandeirão. Qual a diferença nos registros em foto e vídeo?

Moacir: Eu gasto mais tempo para editar e postar os vídeos, até mesmo porque estou aprendendo agora, fiz apenas 2 vídeos, mas tenho gostado do resultado. É um universo que quero explorar mais, na captação das imagens eu uso o mesmo olhar que tenho nas fotos, mas para fazer vídeos é preciso mais tempo, o que atrapalha na fotografia.

O que você diria hoje para os Atleticanos?

Moacir: Gostaria de falar pra galera cantar mais e apoiar o time, pois estamos em uma boa fase. Já passamos por tanta coisa e sempre apoiamos muito, mais que agora, muitos ficam na GALOUCURA para aparecer e tirar onda com os amigos, mas na verdade só atrapalham o trabalho que vem sendo feito há anos na torcida. Um exemplo disso são as camisas rosas, verdes, boné azul e branco… GALOUCURA VESTE BRANCO! ou SOMA ou SUMA!

Clique aqui e acesse o blog Somo Galoucura

Fael Lima

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Foto: Moacir Gaspar

Foto: Moacir Gaspar

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Foto: Moacir Gaspar

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Foto: Moacir Gaspar

Vídeos da Massa – Atlético 0x0 São Paulo

Reação dos jogadores na escalação

Torcida provoca São Paulo e agradece Lúcio

Time entra em campo

Vai pra cima deles

Galo Doido e mascotes