NÚMEROS NA MIRA – LEO SILVA 200 JOGOS

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O Galo é o 10º clube na carreira de Leo Silva.

Leonardo Silva foi anunciado pelo Presidente Alexandre Kalil no dia 5 de janeiro de 2011.

Na apresentação do jogador, Maluf informou que o zagueiro assinava por 2 anos com opção de renovação por 3 anos.

No atual elenco, ninguém vestiu mais a camisa do Atlético que Leonardo Fabiano da Silva e Silva.

Em 199 jogos, Leo Silva marcou 20 gols. Ele está atrás de Réver (22) e Luisinho (21) na lista de zagueiros artilheiros.

Foram 6 gols em 2011, 6 em 2012, 3 em 2013, 3 em 2014 e 2 em 2015. Média por jogo de 0,13 em 2015 e 0,11 desde que chegou no clube.

Em 199 jogos, Leo venceu 102, empatou 46 e perdeu 51. Aproximadamente uma derrota a cada 4 partidas.

Entrou em campo 46 vezes em 2011, 33 em 2012, 53 em 2013, 52 em 2014 e 15 em 2015.

O capitão disputou 18 clássicos e perdeu apenas 5. A estreia também aconteceu em um clássico. Vitória Alvinegra por 4 a 3 no dia 12/02/2011.

São 6 títulos com a camisa Alvinegra. Uma Libertadores, uma Copa do Brasil, uma Recopa e 3 Mineiros.

A lista de prêmios individuais é tão grande quanto o zagueiro de 1,92m. Conquistou o Troféu Guará em 2011, 2012 e 2014. Já a coleção de Troféu Telê Santana conta com 4 prêmios, 3 pelo Galo; gol inesquecível em 2013 e melhor zagueiro em 2012 e 2014. Ganhou também como melhor zagueiro no Troféu Craques do Brasileirão em 2012. Faturou ainda a Bola de Prata Placar em 2012.

No dia 14 de novembro de 2012 foi convocado por Mano Menezes para a Seleção Brasileira.

Confira as vítimas dos 20 gols de Leo Silva:

Avaí – 2

Botafogo – 2

Internacional – 2

Atl. Paranense – 1

Bahia – 1

Chapecoense – 1

Corinthians – 1

Coritiba – 1

Cruzeiro – 1

Figueirense – 1

Fluminense – 1

Grêmio – 1

Olimpia – 1

Palmeiras – 1

Portuguesa – 1

Shakhtar – 1

Tombense – 1

Edição: Pedro Souza

Edição: Pedro Souza

FÉRIAS PARA AS REDES

Foto: Bruno Cantini / Flickr Oficial do Atlético

Foto: Bruno Cantini / Flickr Oficial do Atlético

O Atlético tem conquistado títulos com roteiros que serão lembrados eternamente pelos fãs do futebol em geral. Viradas, milagres e taças que resultaram em diversas convocações para a Seleção, vendas de atletas e despedida de ídolos que formaram um time dos sonhos para o torcedor Alvinegro. Réver, Pierre, Ronaldinho, Bernard, Tardelli, entre outros jogadores que passaram a vestir outras camisas e deixaram saudade entre os Atleticanos.

Com mudanças na defesa e no ataque, o Atlético vem sofrendo menos gols, porém o ataque tem marcado cada vez menos.

DEFESA

Desde a equipe formada por Cuca em 2012, quando o clube conquistou o Campeonato Mineiro de forma invicta e foi Vice-Campeão Brasileiro, o Atlético tem a característica de um time ofensivo, mas que conta com jogadores que ajudam na marcação durante todo o jogo. Foram apenas 7 derrotas em 2012. Derrota por 2 gols de diferença aconteceram duas vezes. Contra o Inter, pelo Brasileiro, e Goiás, pela Copa do Brasil.

Em 2013, o time sofreu três gols no mesmo jogo contra o Flamengo e o Raja. Quatro gols sofridos apenas para o Botafogo e em um clássico, ambos na ressaca da Libertadores. Já no ano de 2014 o Galo não sofreu 4 gols em nenhuma ocasião. A derrota para o Criciúma, pelo Brasileiro, foi o único placar adverso com três gols no ano.

A média de gols sofridos por jogo despencou de 1,14 em 2013 para 0,94 em 2014 e 0,92 em 2015. A ideia dos pontas que atacam, mas voltam para defender teve início com Cuca, foi mantida por Levir e ganha cada vez mais força. O Atlético sofre menos gols, mesmo com a saída de nomes como Réver, Júnior César, Richarlyson e Pierre.

O melhor ataque passou a ser a melhor defesa.

ATAQUE

Enquanto a defesa melhorou seus números, a média de gols marcados pelo Atlético vem caindo a cada ano. A média de gols marcados em 2012 era de 1,85 por jogo. Em 2013 caiu para 1,78 e em 2014 foi de 1,56.

Lesão e queda de rendimento de Ronaldinho após a Libertadores, saída de Bernard, despedida antecipada de Tardelli e o jejum de Jô em 2014. Diversos fatores podem ter contribuído para a queda da média de gols nos últimos anos.

O fato é que em 2014, as goleadas ficaram mais escassas. Além do Mineiro e dos amistosos na China, apenas Corinthians e Flamengo foram goleados. (E que goleada!).

Pratto tem a missão de melhorar esses números em 2015. A média de gols do argentino (0,52) no início do ano é, por exemplo, superior à de Tardelli (0,50) com a camisa Alvinegra. Porém, para garantir o colete de titular nos treinos, os companheiros de Pratto terão que afiar as chuteiras para convencer um treinador viciado em números.

Entre os atletas mais utilizados por Levir em 2015, as melhores médias são as de Luan (0,24)*, Carlos (0,21)* e Jô (0,2)*, todos com menos de 1 gol a cada 4 jogos.

A falta de pontaria custou caro nos últimos confrontos. Nas duas partidas contra o Inter, pela Libertadores, e na derrota para o Atl. Paranaense, pelo Brasileiro, o Atlético finalizou mais, mas não conseguiu a vitória. Que o time de Levir Culpi coloque o pé na forma na reta final do Brasileiro e na Copa do Brasil para que a média de taças continue cada vez maior.

*Médias de 2015

Fael Lima

ABRAÇO, MASSA!

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MAIS 4 ANOS DE LUAN

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Que Luan renovou por mais 4 anos, você já deve saber. Que o contrato se esticou até maio de 2019 também. Tudo bem, não sabemos ao certo se irá durar os 4 anos, mas que a ligação do Menino Maluquinho com a Massa ultrapassa as 4 linhas, isso não precisa dizer.

Segundo o próprio, a admiração pela torcida do Galo vem antes mesmo de ser um atleta da Ponte Preta, e o sentimento aumentou em uma partida em que veio atuar pelo time paulista no Horto em 2012. Nesse episódio Luan conta que enquanto a torcida do Galo entoava o hino do clube nas arquibancadas, ele cantava sentado no banco de reservas, fato que foi estranhado até por outro companheiro de Ponte preta, que deu uma cotovelada em Luan e perguntou: “Ta Maluco rapaz?”

Maluco ele já nasceu, é da natureza de Luan. Nosso talismã ainda conta que na mesma partida trocou de camisas com Guilherme e ao chegar em casa, vestiu o manto sagrado e disse à esposa: “Pô a camisa ficou perfeita em mim, né?”

Ele só precisava encontrar um clube mais maluco que ele, para essa maluquice toda ficar completa. E em pouco mais de dois meses depois desses episódios, quem diria, a maluquice de Luan cruzou a vida do Galo e vice versa.

Dar errado nunca passou pela cabeça do clube e muito menos do jogador, que foi apresentado na tarde de 7 de Janeiro de 2013 ainda em tratamento de uma pubalgia e com um risco sério de precisar de uma intervenção cirúrgica. Ele já chegou acreditando! Foi aí que uma previsão de quatro meses parado caiu para dois.

Luan vestiu a camisa do Galo pela primeira vez na estreia da equipe campeã da Libertadores de 2013, entrou no segundo tempo com o peso de substituir o reestreante da noite, Diego Tardelli.

Na Copa continental virou o talismã do técnico Cuca, participou de doze das catorze partidas pela Libertadores e marcou dois gols, no massacre sobre o Arsenal de Sarandí, no Independência, que ficou marcado como o primeiro gol do baixinho com o manto, e contra o Tijuana, no México, aos 46 do segundo tempo. Na comemoração a emoção falou mais alto e Luan desabou em lágrimas.

De comemorações inusitadas a momentos de emoção; de declarações provocatórias aos rivais a títulos importantes.

Confira o raio – x dos 2 anos de Luan, o Maluquinho da Massa no Galo:

Foram 10 gols e 12 assistências em 2013, atrás apenas de Ronaldinho com 16 assistências. Luan foi o jogador que mais entrou em campo na temporada 2013. Foram 63 partidas, quatro a mais que Marcos Rocha, o segundo colocado com 59.

Em janeiro de 2014, sofreu uma entorse no joelho direito com ruptura do menisco lateral, associada a uma lesão na cartilagem do fêmur. Sua volta aos gramados ocorreu apenas em julho, quando marcou o único gol do time no empate contra o Bahia, pelo Brasileirão.

No jogo seguinte, substituiu Ronaldinho na despedida do camisa 10 e levantou a taça da Recopa 2014 no Mineirão. Na prorrogação da partida contra o Lanús, deu o cruzamento que originou o 3° gol do Galo.

No segundo semestre, se destacou na Copa do Brasil ao marcar gols importantes. Além de balançar as redes do Palmeirsa nas duas primeiras partidas, marcou também contra o Corinthians na virada histórica do Galo no Mineirão e na goleada sobre o Flamengo. Na decisão contra o rival, abriu o caminho aos 8 minutos do 1° tempo na vitória de 2 a 0. No jogo da volta, acabou saindo na etapa inicial para não agravar uma lesão na coxa.

Nome: Luan Madson Gedeão de Paiva
Posição: Atacante
Data de Nascimento:11 de agosto de 1990
Local: São Miguel dos Campos-AL

Títulos:

Libertadores 2013

Recopa 2014

Copa do Brasil 2014

Campeonato Mineiro 2013/2015

Fonte: Galo Digital

http://globotv.globo.com/sportv/arena-sportv/v/luan-conta-que-quando-jogava-pela-ponte-preta-ja-cantava-o-hino-do-atletico-mg/3794172/

PEDRO SOUZA

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